Repositório Digital

A- A A+

Metáforas de Identidad : del ‘ mundo interior ’ a las identidades virtuales

.

Metáforas de Identidad : del ‘ mundo interior ’ a las identidades virtuales

Mostrar registro completo

Estatísticas

Título Metáforas de Identidad : del ‘ mundo interior ’ a las identidades virtuales
Outro título Metáforas de identidade: do “mundo interior” às identidades virtuais
Outro título Metaphors of Identity: from the "inner world" to virtual identities
Autor Vizer, Eduardo Andrés
Carvalho, Helenice
Resumen El concepto de identidad es una noción multiforme. Muchos autores lo han abordado desde la psicología a la sociología, la antropología y los Estudios Culturales. Históricamente hallamos primero una identificación con los dioses, la tierra y la sangre. En la Modernidad, el sujeto logra tomar suficiente distancia de su comunidad y sus circunstancias como para desarrollar un grado más elevado de autonomía individual. Ya en nuestras actuales sociedades mediatizadas, “lo real” no solo es mediatizado por las tecnologías de información y comunicación, sino recreada a través de tecnologías virtuales – y así reducible a ecuaciones, datos e información. Este proceso está reconfigurando nuestras identidades y éstas vienen sufriendo las transformaciones impuestas por el choque y la yuxtaposición entre los procesos de globalización y las culturas locales, distorsionando los mecanismos de identificación cultural, sus modelos, sus valores y estilos. Exponemos también, tres ‘dimensiones’ en las que se revelan y construyen los procesos identitarios: referencial, inter-referencial y autorreferencial. Podemos finalmente preguntarnos como Nietzsche hace 100 años: ¿es que yo ya no soy yo? ¿Es que lo que ‘yo soy’, eso, para ustedes, no lo soy? ¿Es que me he vuelto otro? ¿Y extraño a mí mismo?
Resumo O conceito de identidade é uma noção multiforme. Muitos autores o abordaram a partir da Psicologia, da Sociologia, da Antropologia e dos Estudos Culturais. Historicamente encontramos primeiro uma identificação com os deuses, a terra e o sangue. Na Modernidade, o sujeito passa a tomar distância suficiente de sua comunidade e de suas circunstâncias para desenvolver um grau mais elevado de autonomia individual. Já em nossas sociedades atuais, mediatizadas, “o real” não apenas é mediatizado pelas tecnologias de informação e comunicação, como também é recriado através de tecnologias virtuais e assim reduzível a equações, dados e informação. Este processo está reconfigurando nossas identidades e estas vem sofrendo as transformações impostas pelo choque e pela justaposição entre os processos de globalização e as culturas locais, distorcendo os mecanismos de identificação cultural, seus modelos, seus valores e estilos. Expomos também, três ‘dimensões’ nas quais se revelam e constroem os processos identitários: referencial, intereferencial e autoreferencial. Podemos finalmente nos perguntar como Nietsche fez há 100 anos: eu já não sou eu? O que ‘eu sou’, para vocês, isso eu não sou? Me tornei outro? E estranho a mim mesmo?
Abstract The concept of identity is a multiform notion. Many authors have addressed it from Psychology to Sociology, Anthropology and Cultural Studies. Historically we find first an identification with the gods, the earth and blood. In Modernity, the individual is separated from its community and its original circumstances, developing a higher degree of individual autonomy. In our present mediatized societies, reality is not only mediated by information and communication technologies, but also recreated through virtual technologies and thus deductible to equations, data and information. This process is reshaping our identities, which have suffered transformations imposed by the shock and the juxtaposition between the process of globalization and local cultures, distorting mechanisms of cultural identification, models, values and styles. As a conclusion, we present three 'dimensions' in which identity processes are built: referential, inter-referential and self-referential. Finally, we ask ourselves what Nietzsche did 100 years ago: “is that which I am, that, for you, I am no longer? Is that what 'I am', that, for you, I am not? Is it that I have become another? Am I a stranger to myself?
Contido em Intexto. Porto Alegre. N. 34 (set./dez. 2015), p. 467-491
Assunto Identidade cultural
[en] Cyberidentities
[en] Identifications
[en] Metaphors of identity
[en] Modernity
[es] Ciberidentidades
[es] Identificaciones
[es] Metáforas de identidad
[es] Modernidad
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/164985
Arquivos Descrição Formato
000992039.pdf (1.159Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

Este item está licenciado na Creative Commons License

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(ões)


Mostrar registro completo

Percorrer



  • O autor é titular dos direitos autorais dos documentos disponíveis neste repositório e é vedada, nos termos da lei, a comercialização de qualquer espécie sem sua autorização prévia.
    Projeto gráfico elaborado pelo Caixola - Clube de Criação Fabico/UFRGS Powered by DSpace software, Version 1.8.1.