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Sora, a gente tem que escrever certo ou errado ? Representações de avaliação em uma turma de alfabetização

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Sora, a gente tem que escrever certo ou errado ? Representações de avaliação em uma turma de alfabetização

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Título Sora, a gente tem que escrever certo ou errado ? Representações de avaliação em uma turma de alfabetização
Autor Silva, Carla Borges Costa da
Orientador Sperrhake, Renata
Data 2017
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Pedagogia: Licenciatura.
Assunto Avaliação escolar
Estudos culturais
Resumo O objetivo deste trabalho é investigar as representações infantis acerca da avaliação, articuladas às representações presentes na minha prática pedagógica durante o estágio curricular obrigatório em uma turma de 1º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública federal. Para tanto, este estudo se inscreve na perspectiva dos Estudos Culturais em Educação, e tem como perguntas norteadoras: (1) quais as representações sobre avaliação de alunos de uma turma de alfabetização? (2) Estas representações se articulam às representações docentes de uma professora alfabetizadora? A fim de dar conta destas perguntas, as ferramentas metodológicas utilizadas foram a análise documental do Diário de Classe, da qual foram depreendidos fragmentos relacionados ao tema avaliação; a observação participante, como tentativa de aproximação ao campo de pesquisa; e a aula-conversa (MELO, 2016), como estratégia de produção de dados junto às crianças. A partir dos dados produzidos foram criados três eixos analíticos. No primeiro, analiso as significações de avaliação da prática pedagógica aqui referida, assim como as representações dos alunos. No segundo eixo investigo as diferentes representações dos alunos diante de algumas ferramentas avaliativas da prática do meu estágio, assim como a respeito das práticas da professora atual da turma. Por fim, no terceiro eixo analítico abordo as relações de poder que exteriorizam-se nos discursos dos alunos. As considerações a respeito desta pesquisa apontam que apesar das crianças da turma pesquisada participarem de avaliações muito mais vinculadas a uma abordagem formativa, isso não aparece nas suas representações, que se vinculam muito mais a dicotomia certo e errado. Além disso, considera-se que os instrumentos avaliativos representados pelos alunos divergem da forma como estes eram pensados pela professora. Uma abordagem discursiva das falas das crianças revela que estes representam a relação professor-aluno, nos momentos avaliativos, atribuindo papeis claramente definidos a cada um desses. Tal aspecto foi analisado na perspectiva das relações de poder que perpassam as práticas escolares.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/166072
Arquivos Descrição Formato
001046124.pdf (770.8Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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