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Avaliação térmica, mecânica e morfológica de incorporação de nanopartícula de sílica coloidal em matriz de poli(etileno-co-acetato de vinila)

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Avaliação térmica, mecânica e morfológica de incorporação de nanopartícula de sílica coloidal em matriz de poli(etileno-co-acetato de vinila)

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Título Avaliação térmica, mecânica e morfológica de incorporação de nanopartícula de sílica coloidal em matriz de poli(etileno-co-acetato de vinila)
Autor Anton, Jônatan Josué
Orientador Mauler, Raquel Santos
Data 2009
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Química. Curso de Química: Bacharelado.
Assunto Nanocompósitos
Polímeros
Silica
Resumo Neste trabalho foram incorporados nanopartículas de sílica coloidal em matriz de poli(etileno-co-acetato de vinila), através do uso do método de intercalação no estado fundido em câmara de mistura. As seguintes concentrações %/m da nanocarga coloidal adicionadas na matriz de EVA foram avaliadas: 1% (amostra 1L), 3% (3L), 5% (5L) e 10 % (10L). Para efeito de comparação, também foram obtidas amostras com 3% de nanocarga de sílica sólida (3S) e outras com 3% de nanocarga de sílica coloidal em meio aquoso mais 3% de compatibilizante polietileno graftizado com anidrido maléico (PE-g-MA), amostra (3LC). Processou-se também o EVA puro (VP) para que se pudesse estudar o efeito do processamento nas propriedades do polímero. Foram analisadas a influência de adição da nanocarga na forma líquida ou sólida e seus diferentes teores adicionados, com ou sem adição de compatibilizante sobre as propriedades morfológicas, térmicas e mecânicas dos materiais. As técnicas utilizadas foram análise termogravimétrica (TGA), calorimetria diferencial de varredura (DSC), microscopia eletrônica de Varredura (SEM) e ensaio mecânico de tração. Os resultados dos ensaios de tração mostraram que a amostra 10L apresentou melhor valor para o módulo elástico entre as amostras e os piores resultados para deformação máxima e tensão na ruptura. O inverso ocorreu com a amostra 1L. Para a termogravimetria, as duas faixas de temperatura de degradação das amostras obtidas encontram-se entre 365 e 370 °C e entre 481 e 484°C. A adição de PE-g-MA mostrou pouca eficiência como compatibilizante nas condições experimentais estudadas. As análises de DSC mostraram o mesmo tipo de comportamento térmico para todas as amostras. As micrografias obtidas por SEM, indicam formação de compósitos convencionais.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/18779
Arquivos Descrição Formato
000728891.pdf (928.8Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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