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Distribuição espacial de epífitos vasculares em uma formação savanóide de Butia capitata (Arecaceae) no sul do Brasil

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Distribuição espacial de epífitos vasculares em uma formação savanóide de Butia capitata (Arecaceae) no sul do Brasil

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Título Distribuição espacial de epífitos vasculares em uma formação savanóide de Butia capitata (Arecaceae) no sul do Brasil
Autor Vieira, Pedro Rates
Orientador Waechter, Jorge Luiz
Co-orientador Guarino, Ernestino de Souza Gomes
Data 2009
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Curso de Ciências Biológicas: Bacharelado.
Assunto Butia capitata
Resumo Questão: A importância relativa da distribuição vertical e horizontal na composição de espécies epifíticas é pouco conhecida. Qual a importância do espaço e da zona do forófito na comunidade de epífitos vasculares? Área de estudo: Palmeiras isoladas de Butia capitata na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil, próxima a fragmentos de mata de restinga. Métodos: Foi amostrada a ocorrência de epífitos vasculares em três zonas de 40 indivíduos de Butia capitata. Riqueza e composição entre as zonas foram comparadas utilizando-se ANOVA e MANOVA, respectivamente. Utilizou-se um GLM para acessar a relação entre distância do fragmento e riqueza de espécies. Foi feita uma CCA parcial para partir a variância entre o componente espacial e ambiental. Resultados: A riqueza e a composição de espécies diferiram significativamente entre zonas. A riqueza diminui com o aumento da distância para o fragmento. Este padrão se manteve para as espécies anemocóricas, mas não para as zoocóricas. A CCA parcial revelou que as zonas do forófito explicam mais a variação nos dados do que o espaço. Quando a distância do fragmento é incluída como variável ambiental o efeito do espaço desaparece. Principais conclusões: As zonas do forófito são o principal fator estruturante da comunidade devido às diferenças de substrato. A ausência de estruturação espacial e o efeito da distância do fragmento sugerem que em áreas abertas, a dispersão externa atua mais do que a dispersão interna para a composição de espécies.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/18938
Arquivos Descrição Formato
000731064.pdf (73.96Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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