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Associação entre o efeito de contraste espontâneo na aorta torácica e eventos isquêmicos encefálicos recentes : estudo através do ecocardiograma transesofágico

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Associação entre o efeito de contraste espontâneo na aorta torácica e eventos isquêmicos encefálicos recentes : estudo através do ecocardiograma transesofágico

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Título Associação entre o efeito de contraste espontâneo na aorta torácica e eventos isquêmicos encefálicos recentes : estudo através do ecocardiograma transesofágico
Outro título Association between the effect of spontaneous contrast in the thoracic aorta and recent eschemic stroke determined by transesophageal echocardiography
Autor Velho, Flavio Jose Petersen
Duquia, Fernanda Dotta
Scherer, Leonora
Bartholomay, Eduardo
Silva, Daniela Augusta da
Fernandes, Jefferson Gomes
Torres, Marco Antonio Rodrigues
Resumo Objetivo - Avaliar a existência de associação independente entre a presença de efeito de contraste espontâneo na aorta e eventos isquêmicos encefálicos recentes. Métodos - Estudados com ecocardiograma transesofágico 224 indivíduos com diagnóstico de eventos isquêmicos encefálicos recente 5 e 85 controles que realizaram o exame por diversas doenças cardíacas presentes/suspeitas, sendo pesquisado a presença do efeito de contraste na aorta e de outras potenciais fontes emboligênicas cardíacas associadas. Um questionário sobre os fatores de risco clínicos para eventos isquêmicos encefálicos foi coletado no momento do exame. Resultados - O efeito de contraste na aorta apresentou associação com eventos isquêmicos encefálicos (RC=2,83; IC 95%, 1,65-4,46; P<0,001), na análise bivariada. Na análise multivariada, permaneceu associado a eventos isquêmicos encefálicos recentes (RC=2,05; IC 90%, 1,10- 3,85 ; P=0,06). A idade ≥ 60 anos, história de hipertensão arterial sistêmica, história de tabagismo e de dislipidemia foram fatores de risco associados independentemente ao efeito de contraste na aorta. A presença de efeito de contraste espontâneo no átrio esquerdo e a de excrescências de Lambl foram fatores ecocardiográficos associados independentemente ao efeito de contraste na aorta. Conclusão - O efeito de contraste na aorta esteve associado, de forma independente, aos eventos isquêmicos encefálicos recentes, bem como seus fatores de risco clínicos. Estes resultados vêm reforçar a hipótese de que o fenômeno é um marcador de múltiplos fatores de risco.
Contido em Arquivos brasileiros de cardiologia. Vol. 82, n. 1 (jan. 2004), p. 47-51
Assunto Acidente vascular cerebral
Aorta torácica
Ecocardiografia transesofagiana
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/19928
Arquivos Descrição Formato
000468626.pdf (39.87Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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