Repositório Digital

A- A A+

Fluxo no ducto venoso e hipertrofia miocárdica em fetos de mães diabéticas

.

Fluxo no ducto venoso e hipertrofia miocárdica em fetos de mães diabéticas

Mostrar registro completo

Estatísticas

Título Fluxo no ducto venoso e hipertrofia miocárdica em fetos de mães diabéticas
Outro título Ductus venosus flow and myocardial hypertrophy in fetuses of diabetic mothers
Autor Zielinsky, Paulo
Marcantônio, Silvana
Nicoloso, Luis Henrique
Luchese, Stellamaris
Hatem, Domingos Mohamed
Scheid, Marlui Mesquita
Manica, João Luiz
Gus, Eduardo Ioschpe
Satler, Fabíola
Piccoli Junior, Antônio Luiz
Resumo Objetivo Testar a hipótese de que o índice de pulsatilidade do ducto venoso (IPDV) é maior nos fetos de mães diabéticas (FMD) com hipertrofia miocárdica (HM) do que em FMD sem HM e em fetos controles de mães não diabéticas (FMND) comparando os resultados com os picos de velocidade dos fluxos diastólicos nas valvas mitral e tricúspide. Métodos Estudo transversal incluindo fetos com idade gestacional entre 20 semanas até o termo, divididos em 3 grupos: 56 FMD com HM (grupo I), 36 FMD sem HM (grupo II) e 53 FMND (grupo III, controle). O Doppler-ecocardiograma avaliou o IPDV através da razão (velocidade sistólica – velocidade pré-sistólica)/ velocidade média. As ondas E e A dos fluxos mitral e tricúspide foram também avaliadas. Resultados A média do IPDV no grupo I foi de 1,13 ± 0,64, no grupo II, de 0,84 ± 0,38 e no grupo III de 0,61±0,17. Aplicando-se a ANOVA e o teste de Tukey, houve diferença estatisticamente significativa entre os 3 grupos (p= 0,015 entre os grupos I e II, p < 0,001 entre os grupos I e III e p = 0,017 entre os grupos II e III). A média da onda E mitral foi significativamente maior no grupo I (0,39 ± 0,12 m/s) do que nos grupos II (0,32 ± 0,08 m/s) (p=0,024) e III (0,32 ± 0,08 m/s) (p=0,023). A média da onda E tricúspide foi também maior no grupo I (0,43 ± 0,1 m/s) do que no grupo III (0,35 ± 0,10 m/s) (p= 0,031). Conclusão O IPDV é significativamente maior em FMD com HM do que em FMD sem HM e do que em FMND. Como o IPDV pode representar modificações na complacência ventricular, este índice pode ser um parâmetro mais sensível para a avaliação da função diastólica fetal.
Contido em Arquivos brasileiros de cardiologia. São Paulo. Vol. 83, n. 1 (jul. 2004), p. 45-50
Assunto Cardiopatias
Diabetes
Gravidez : Diabetes mellitus
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/20128
Arquivos Descrição Formato
000509164.pdf (309.8Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

Este item está licenciado na Creative Commons License

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(ões)


Mostrar registro completo

Percorrer



  • O autor é titular dos direitos autorais dos documentos disponíveis neste repositório e é vedada, nos termos da lei, a comercialização de qualquer espécie sem sua autorização prévia.
    Projeto gráfico elaborado pelo Caixola - Clube de Criação Fabico/UFRGS Powered by DSpace software, Version 1.8.1.