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Efeito do hidrorresfriamento na qualidade de pêssegos 'Chimarrita' e 'Chiripá'

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Efeito do hidrorresfriamento na qualidade de pêssegos 'Chimarrita' e 'Chiripá'

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Título Efeito do hidrorresfriamento na qualidade de pêssegos 'Chimarrita' e 'Chiripá'
Outro título Effect of hydrocooling on the quality of ‘Chimarrita’ and ‘Chiripá’ peaches
Autor Seibert, Eduardo
Casali, Michel Elias
Leão, Marcos Laux de
Pezzi, Ernani
Brandelli, Adriano
Bender, Renar João
Resumo No presente trabalho, foram avaliados os efeitos do hidrorresfriamento para manutenção da qualidade em pêssegos ‘Chimarrita’ e ‘Chiripá’. O hidrorresfriamento foi realizado por imersão em água com gelo a 5ºC, sendo o abaixamento da temperatura monitorado por 3 minutos. O tratamento-controle foi transferência para a câmara fria imediatamente após a colheita dos pêssegos. Os frutos foram armazenados a 0ºC (‘Chiripá’) e 0,5ºC (‘Chimarrita’) por 7; 14 ou 21 dias e avaliados na colheita, nas saídas de frio, e mais de 2 a 3 dias a 20ºC para o amadurecimento. O hidrorresfriamento foi efetivo em retirar o calor de campo dos frutos. Os frutos hidrorresfriados desidrataram mais na armazenagem, e pêssegos de ambos os tratamentos apresentaram murchamento no amadurecimento. A ocorrência de podridões não diferiu entre pêssegos hidrorresfriados e controles no armazenamento, nas duas cultivares, mas foram maiores no tratamento-controle, no amadurecimento na ‘Chimarrita’. A firmeza da polpa foi igual entre os tratamentos na ‘Chimarrita’ e superior nos pêssegos ‘Chiripá’ hidrorresfriados durante a armazenagem. No amadurecimento a 20°C, a firmeza de polpa de ambas as cultivares decresceu a valores semelhantes nos frutos-controle e nos hidrorresfriados. Após 21 dias em frio, 50% dos pêssegos da cv. Chiripá e 15% dos pêssegos da cv. Chimarrita, de ambos os tratamentos, apresentaram lanosidade. O distúrbio retenção de firmeza ocorreu em 20% dos pêssegos ‘Chiripá’ e em 50% dos ‘Chimarrita’.
Abstract In the present work the effects of hydro cooling on the quality of ‘Chimarrita’ and ‘Chiripá’ peaches were evaluated. Peaches were hydrocooled by immersion in water at 5ºC with flesh temperatures monitored for 3 minutes and thereafter stored at 0ºC (‘Chiripá’) or 0,5ºC (‘Chimarrita’) for 7, 14 or 21 days. Samples were evaluated at harvest, after retrieval from cold storage and after 2 or 3 more days at 20ºC for ripening. Hydrocooled peaches dehydrated more, but both, hydrocooled and control peaches showed symptoms of shriveling after ripening at 20ºC. Decay losses of both cultivars did not differ amongst treatments during storage, though, were higher in ‘Chimarrita’ control peaches after ripening at 20°C. Flesh firmness was similar in hydrocooled and not hydrocooled ‘Chimarrita’ peaches, but was higher in hydrocooled ‘Chiripá’ peaches during storage. In both cultivars flesh firmness decreased to the same values after ripening at 20ºC. After 21 days of cold storage, woolliness was observed in 50% of ‘Chiripá’ and in 15% of ‘Chimarrita’ hydro cooled and not hydrocooled peaches. Firmness retention was observed in 20% of ‘Chiripá’ and in 50% of ‘Chimarrita’ peaches. Index terms: Stone fruits, pre cooling, cold storage, chilling injuries.
Contido em Revista Brasileira de Fruticultura. Cruz das Almas, BA. Vol. 29, n. 2 (ago. 2007), p. 333-338
Assunto Fruta de clima temperado
Pêssego
Pós-colheita
Resfriamento
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/20597
Arquivos Descrição Formato
000643544.pdf (637.2Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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