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Cinema, vontade de verdade e formação estética na educação

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Cinema, vontade de verdade e formação estética na educação

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Título Cinema, vontade de verdade e formação estética na educação
Autor Hilgert, Ananda Vargas
Orientador Fischer, Rosa Maria Bueno
Data 2009
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Letras. Curso de Letras: Licenciatura.
Assunto Cinema
Educação
Resumo Este trabalho de conclusão de curso está inserido em uma pesquisa realizada na Faculdade de Educação da UFRGS, intitulada “Educação do Olhar e Formação Éticoestética: cinema e juventude”. Dentro dessa pesquisa, realizamos uma busca por dados quantitativos, aplicando questionários junto a alunos e alunas de cursos de Pedagogia da Grande Porto Alegre, com o intuito de investigar a relação dos estudantes em formação na área docente com o cinema. O presente trabalho desenvolve-se a partir de um dos dados mais significativos coletados através do questionário: o levantamento mostra que cerca de 93% dos alunos dizem “concordar em parte” ou “concordar plenamente” com a afirmação de que “um filme é bom quando retrata a realidade”. Para discutir esse dado, algumas reflexões do filósofo Nietzsche foram de suma importância, permitindo estabelecer uma relação entre a “busca pela realidade” constatada nos questionários e os conceitos de “vontade de verdade” e “vontade de potência” apresentados pelo autor. Além disso, foi realizado um pequeno estudo sobre a criação do cinema e sobre os usos das técnicas cinematográficas, pensando sobre uma possível “impressão de realidade” que pode estar ligada à visão do cinema como um meio de “representar a realidade”. O cinema é visto aqui como algo que poderia potencializar a formação docente, mobilizando o futuro professor a assumir um papel criador diante da arte, como participante da construção das significações da narrativa fílmica, de modo a aproveitar os espaços vazios deixados por certas produções cinematográficas. A partir de tais considerações e dos dados quantitativos apresentados, o trabalho apresenta a análise de dois filmes, que fazem parte também do material empírico selecionado: Elefante (2003) e Persépolis (2007). Através das reflexões sobre os filmes, procuramos pensar em novas formas de ver o cinema, fugindo da busca por verdades e realidades supostamente “escondidas por trás” da narrativa fílmica. Além disso, defendemos a potência do trabalho com imagens cinematográficas para ampliar a formação ético-estética docente.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/21496
Arquivos Descrição Formato
000737376.pdf (993.0Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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