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Internacionalização e performance de firmas brasileiras

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Internacionalização e performance de firmas brasileiras

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Título Internacionalização e performance de firmas brasileiras
Autor Loncan, Tiago Rodrigues
Orientador Nique, Walter Meucci
Data 2010
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Administração. Programa de Pós-Graduação em Administração.
Assunto Internacionalização de empresas
Performance empresarial
[en] Degree of internationalization
[en] Intangible assets
[en] Performance
Resumo A Internacionalização das empresas se impõe como um imperativo em tempos de globalização. O forte processo de concorrência nos mercados domésticos faz com que as empresas busquem novos mercados para competir, motivando a Internacionalização de suas operações. As empresas buscam o processo de Internacionalização visando manter e expandir suas trajetórias de crescimento, e logicamente, visando também melhorar sua performance empresarial. Este estudo analisou a relação entre o Grau de Internacionalização e a Performance de empresas brasileiras. O Grau de Internacionalização foi medido pela variável FSTS (Foreign Sales over Total Sales ou Vendas no Exterior sobre Vendas Totais). A performance foi avaliada sob duas dimensões: Performance Contábil (Retorno sobre o Ativo; Retorno sobre Vendas) e Performance de Mercado (Retorno das ações; Valor de Mercado). A relação entre Grau de Internacionalização e Performance foi avaliada sob diversas formas, a partir de regressões simples, multivariadas e polinomiais (usando modelos de Dados em Painel e Heteroscedasticidade-Corrigida). Adicionalmente, foi investigada a relação entre o valor (força) da Base de Ativos Intangíveis (medida pelo indicador Tobin’s Q) e o Grau de Internacionalização das companhias. Os resultados deste estudo sugerem associação positiva entre Grau de Internacionalização e Performance para a amostra analisada. Foram explorados modelos lineares e polinomiais. Tanto os modelos lineares quanto polinomiais demonstraram relação positiva entre as variáveis. Os modelos polinomiais Quadráticos apresentaram os melhores ajustes, indicando que a relação entre Grau de Internacionalização e Performance (Contábil, medida pelo ROA; de Mercado, medida pelo Valor de Mercado) apresenta o formato de uma curva em “U”, com retornos negativos no início do processo de Internacionalização, até um ponto de inflexão, a partir do qual a relação entre Grau de Internacionalização e Performance passa a ser positiva. Os resultados também sugerem relação positiva entre o valor (força) da Base de Ativos Intangíveis e o Grau de Internacionalização das firmas.
Abstract The Internationalization of firms is mandatory in an environment marked by globalization. The fierce competition in domestic markets pressures firms to find new markets to compete, motivating the Internationalization process of these firms. Firms seek Internationalization to maintain and to expand their growth trajectories, and, logically, to enhance their Business Performance. This study analyzed the relationship between Degree of Internationalization and Performance of Brazilian Firms. The Degree of Internationalization was measured by the variable FSTS (Foreign Sales over Total Sales). Performance was evaluated using two dimensions: Accounting measures (Return on Assets; Return on Sales) and Market measures (Return on Stocks; Market Value of Equity). Simple, Multivariate and Polynomial Regressions (using Panel Data and Heteroscedasticity-Corrected models) were used to analyze the relationship between variables. Additionally, it was analyzed the relationship between the value (strenght) of the Intangible Assets Base (measured by Tobin’s Q) and the Degree of Internationalization. The results suggest positive association between Degree of Internationalization and Performance for the sample studied. Both linear and polynomial models showed positive relationship between the two variables. The quadratic (second-order) polynomial models were found better adjusted than linear models, indicating that the relationship between Degree of Internationalization and Performance (measured by ROA and Market Value of Equity) is better explained by an “U-shaped” curve: at early stages of Internationalization the returns are negative. Later, at the second stage of the Internationalization process, there is an inflection point, when returns become positive. Results also suggest that there is a positive relationship between the value (strenght) of the Base of Intangible Assets and the Degree of Internationalization of firms.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/24853
Arquivos Descrição Formato
000748777.pdf (986.7Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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