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Efeito agudo do exercício aeróbico em esteira e cicloergômetro na capacidade de produção de força muscular dos extensores do joelho

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Efeito agudo do exercício aeróbico em esteira e cicloergômetro na capacidade de produção de força muscular dos extensores do joelho

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Título Efeito agudo do exercício aeróbico em esteira e cicloergômetro na capacidade de produção de força muscular dos extensores do joelho
Autor Wilhelm Neto, Eurico Nestor
Orientador Pinto, Ronei Silveira
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física. Curso de Educação Física: Licenciatura.
Assunto Exercício aeróbico
Força muscular
Treinamento de força
Resumo O treinamento concorrente tem sido muito investigado na literatura científica. Alguns autores reportam que o treinamento concorrente pode prejudicar o desenvolvimento das adaptações neuromusculares em relação a um programa de treinamento de força isolado. Tentando explicar tal efeito da interferência, inúmeros mecanismos foram propostos, dentre as quais enquadra-se a hipótese aguda. A hipótese do efeito agudo da interferência baseia-se na idéia de que uma sessão de treinamento aeróbio afetaria a sessão de treinamento de força a ser executada posteriormente. Nesse sentido, ainda não está claro se o efeito agudo realmente pode prejudicar a capacidade de produção de força muscular a ser executada subsequentemente e qual a influência da modalidade do exercício aeróbio na mesma. Sendo assim o objetivo do presente estudo é mensurar e avaliar a influência de uma sessão de treinamento aeróbio executada em esteira e uma sessão de treinamento aeróbio executada em cicloergômetro na capacidade de produção de força muscular isométrica e isocinética mensurada após cada protocolo. Para isso foram recrutados sete homens jovens e fisicamente ativos que tiveram seu pico de torque (PT) isométrico e isocinético mensurados em situações de referência, pós ciclismo e pós corrida. O exercício aeróbio foi executado a uma mesma intensidade relativa ao segundo limiar ventilatório, por 30 minutos, para ambas as condições. Os valores de pico de PT isométrico nas condições referência, pós ciclismo e pós corrida foram de 248 ± 28,9, 264,1 ± 34 e 271 ± 35,1 N.m respectivamente. Já os valores de PT isocinético de extensão do joelho a 60º/seg de referência, pós ciclismo e pós corrida foram de 225 ± 24,8, 203 ± 41,7 e 229,1 ± 29,7 N.m respectivamente. Devido ao pequeno “n” amostral, até o presente momento, não foi utilizada estatística inferencial para verificar se há diferença significativa entre as condições. No entanto é possível que o exercício aeróbio em cicloergômetro cause uma redução na capacidade de produção de força isocinética dos extensores do joelho, enquanto que uma sessão de exercício aeróbio de moderada intensidade pode não alterar ou aumentar a capacidade de produção de força isométrica dos extensores do joelho. Contudo, conclusões ainda não devem ser feitas no intuito de comparar as diferentes situações, uma vez que não foram feitos testes estatísticos inferenciais. Sendo assim, continuaremos com o desenvolvimento desse estudo até que a amostra calculada de 14 indivíduos seja completada, testes inferenciais sejam utilizados e conclusões referentes a comparação das situações de referência, pós ciclismo e pós corrida possam ser adequadamente feitas.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/24920
Arquivos Descrição Formato
000750328.pdf (282.2Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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