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Estudo de associação entre o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade/impulsividade e o gene da enzima Dopamina β-Hidroxilase (DβH)

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Estudo de associação entre o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade/impulsividade e o gene da enzima Dopamina β-Hidroxilase (DβH)

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Título Estudo de associação entre o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade/impulsividade e o gene da enzima Dopamina β-Hidroxilase (DβH)
Autor Hendler, Elisa Maggi
Orientador Bau, Claiton Henrique Dotto
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Curso de Ciências Biológicas: Ênfase Molecular, Celular e Funcional: Bacharelado.
Assunto Polimorfismo genético
Transtorno da falta de atenção com hiperatividade
Resumo O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade/impulsividade (TDAH) é um dos transtornos neuropsiquiátricos mais comuns da infância, afetando em torno de 5.3% das crianças em idade escolar e 2.5% dos adultos. O TDAH caracteriza-se por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade, de acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-IV) da Associação Norte-Americana de Psiquiatria, proporcionando prejuízos significativos para a vida do indivíduo. O TDAH possui contribuição genética considerável e muitos genes, que participam dos sistemas de neurotransmissores catecolaminérgicos e serotoninérgicos, são considerados como possíveis fatores de suscetibilidade ao transtorno. Neste estudo, foram analisados os polimorfismos TaqI e C-1021T no gene que codifica a enzima dopamina b-hidroxilase (DBH). A amostra foi composta por 452 adultos com TDAH coletados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e 233 homens doadores de sangue do Hemocentro do Rio Grande do Sul. Os polimorfismos foram genotipados com técnicas envolvendo reação em cadeia da polimerase (PCR), digestão enzimática e eletroforese em gel. Nenhum dos polimorfismos analisados, TaqI e C-1021T, mostrou-se diretamente associado com o TDAH na nossa amostra. Nossos resultados sugerem que os polimorfismos analisados neste trabalho não influenciam o TDAH em adultos.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/26153
Arquivos Descrição Formato
000756480.pdf (155.6Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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