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Flora campestre rara, endêmica ameaçada dos morros graníticos de Porto Alegre,Rio Grande do Sul, Brasil

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Flora campestre rara, endêmica ameaçada dos morros graníticos de Porto Alegre,Rio Grande do Sul, Brasil

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Título Flora campestre rara, endêmica ameaçada dos morros graníticos de Porto Alegre,Rio Grande do Sul, Brasil
Autor Ferreira, Pedro Maria de Abreu
Orientador Boldrini, Ilsi Iob
Data 2010
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Programa de Pós-Graduação em Botânica.
Assunto Extinção das espécies
Flora : Porto Alegre (RS)
Teses
Resumo Os campos cobrem 62,2% do Rio Grande do Sul, o estado mais austral do Brasil, e encontram-se fortemente alterados devido a ações humanas que removem ou descaracterizam sua cobertura vegetal original. No Estado, essas formações estão presentes em dois biomas: o Pampa, na metade sul, e a Mata Atlântica, na porção norte. As maiores extensões contínuas cobertas por fisionomias campestres encontram-se no primeiro. Os campos naturais presentes na cidade de Porto Alegre encontram-se restritos à cadeia de morros graníticos presentes na região. Esses morros estão rodeados por uma matriz urbana, configurando, portanto, formações vegetacionais completamente disjuntas. Os táxons presentes nesses locais estão submetidos a altos níveis de ameaça, em decorrência da crescente expansão urbana. Este trabalho objetivou a avaliação do estado de conservação dos campos presentes nos morros graníticos de Porto Alegre, bem como das populações de 19 espécies campestres selecionadas pelo seu alto grau de raridade, fragmentação e ameaça. Muitas dessas espécies são consideradas endêmicas na literatura, em diferentes escalas geográficas. Assim sendo, foi também realizada uma revisão do histórico de uso do conceito de endemismo aplicado à flora, bem como a sugestão de uso de uso de categorias padronizadas, para que seja possível a futura utilização de bases de dados de endemismo vegetal em iniciativas de conservação. Por fim, utilizando dados de distribuição de certos táxons, revisão de literatura e análise de padrões de endemismo levando em conta unidades florísticas, e não políticas, é sugerido que se reconheça os campos subtropicais presentes no Sul do Brasil, Uruguai e Argentina como uma unidade florística, um bioma Pampa transnacional, em um senso mais amplo do que o atualmente aceito, refletindo a co-ocorrência de táxons existente.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/26324
Arquivos Descrição Formato
000745671.pdf (9.297Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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