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Imagens e representações : a instransparência cognitiva dos ícones

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Imagens e representações : a instransparência cognitiva dos ícones

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Título Imagens e representações : a instransparência cognitiva dos ícones
Autor Milman, Luis
Resumo O trabalho explora a diferença entre as propriedades semânticas e as propriedades icônicas, tidas como idênticas por certas teorias da representação. Ícones não podem ser os conteúdos dos processos cognitivos porque eles não possuem as propriedades sintáticas intrínsecas que tornam possíveis a sua instanciação em eventos mentais. O iconismo é investigado aqui enquanto doutrina requisitada pelas teorias tradicionais da representação (formalista e, sobretudo, empirista). Na versão empirista, uma imagem é definida por meio da noção de semelhança qualitativa. A noção vem sendo criticada pelos defensores da arquitetura clássica da cognição. Nesta perspectiva, representações são identificadas como constituintes sintáticos de itens complexos, para os quais podemos atribuir a propriedade de ser verdadeiro ou falso.
Contido em Intexto: revista do Mestrado da Comunicação UFRGS. N. 3 (1998), [não paginado]
Assunto Filosofia da linguagem
Origem Nacional
Tipo Artigo de periódico
URI http://hdl.handle.net/10183/26558
Arquivos Descrição Formato
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