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Benzofenonas em guttiferae e perfil fitoquímico dos extratos lipofílicos de clusia criuva, clusia fluminensis e hypericum carinatum

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Benzofenonas em guttiferae e perfil fitoquímico dos extratos lipofílicos de clusia criuva, clusia fluminensis e hypericum carinatum

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Título Benzofenonas em guttiferae e perfil fitoquímico dos extratos lipofílicos de clusia criuva, clusia fluminensis e hypericum carinatum
Autor Silva, Flávia Corvello da
Orientador Von Poser, Gilsane Lino
Co-orientador Barros, Francisco Maikon Corrêa de
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Farmácia. Curso de Farmácia.
Assunto Clusia criuva
Clusia fluminensis
Guttiferae
Hypericum carinatum
Resumo O uso de plantas para o tratamento e alívio de sintomas é prática comum e crescente, sendo tão antigo quanto a espécie humana. A família Guttiferae, composta por 1200 espécies distribuídas em 50 gêneros e 6 subfamílias, apresenta grande variedade de constituintes bioativos, dentro os quais estão as benzofenonas. O gênero Hypericum possui 20 nativas do Brasil, como H. carinatum Griseb, que apresenta relatos na literatura da presença de benzofenonas. O gênero Clusia possui 67 espécies nativas no país. Dentre as classes de substâncias descritas para o gênero estão as benzofenonas, sendo encontradas em C. fluminensis Planch. & Triana. Para C. criuva Cambess, há na literatura apenas um estudo descrendo a presença de flavonóides glicosilados. Objetivou-se neste trabalho relatar as benzofenonas que ocorrem em Guttiferae, realizar a análise qualitativa dos extratos hexânicos H. carinatum, C. criuva e de C. fluminensis e investigar a presença de benzofenonas em C. criuva. Para tanto, foi realizada uma revisão bibliográfica na base de dados Scopus e, para a realização do perfil fitoquímico, efetuou-se a maceração das plantas para a obtenção dos extratos e se procedeu a análise cromatográfica em CCD e CLAE. Foram relatados na literatura 107 benzofenonas distribuídas em 64 espécies e 3 subfamílias, sendo encontrada majoritariamente em Garcinia e Clusia e pouco distribuída nos 6 gêneros restantes. Assim sendo, foi possível evidenciar uma correlação quimiotaxonômica, sendo reforçada pela ampla distribuição das benzofenonas polipreniladas tipo A; pelo fato de o segundo grupo químico mais distribuído, as benzofenonas simples polipreniladas, seguido das polipreniladas tipo B, ocorrerem em apenas 3 gêneros; e, além disso, pela restrita distribuição das benzofenonas simples e das benzofenonas polipreniladas tipo C. As análises cromatográficas indicaram a presença predominante de compostos fenólicos, diferentes de Clusia para Hypericum e similares entre Clusia. Além disso, há evidência da presença de benzofenonas em C. criuva, provavelmente similares às de ocorrência em C. fluminensis.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/26817
Arquivos Descrição Formato
000758438.pdf (625.5Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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