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dc.contributor.advisorFlores, Valdir do Nascimentopt_BR
dc.contributor.authorSilva, Bárbara Maria dapt_BR
dc.date.accessioned2023-12-09T03:28:02Zpt_BR
dc.date.issued2023pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/268203pt_BR
dc.description.abstractEste estudo se dedica a uma análise semiológica do sentido das cores, com um foco especial na cor azul. Para isso, adotamos como objeto de nosso estudo o discurso de Michel Pastoureau sobre a história social dessa cor, presente no livro Bleu, histoire d’une couleur (2002). Para iluminar as relações de sentido entre a língua e sistemas semiológicos, selecionamos os artigos de Émile Benveniste Estruturalismo e linguística, uma entrevista publicada pela primeira vez em 1968, e Semiologia da língua, um artigo de 1969. O cerne do nosso estudo reside na compreensão do modo como a língua significa o sistema de cores. Para tanto, primeiramente, apresentamos algumas das noções relacionadas à natureza e ao sentido da cor em diferentes áreas do conhecimento. Além disso, estabelecemos distinções metodológicas para o estudo da cor como um fato social e contextualizamos os trabalhos de Michel Pastoureau no âmbito da história da simbologia ocidental. Em seguida, destacamos as obras de Benveniste que delineiam a distinção entre os modos de significação semiótico e semântico, noções essenciais para a compreensão da relação de interpretância da língua. Por fim, fundamentados nas proposições da semiologia da língua de Benveniste, propomos uma abordagem reflexiva sobre a história e as transformações de sentido da cor azul no Ocidente, atentando particularmente aos modos como a língua está relacionada a essas questões. Em nossa análise, compreendemos que as relações de sentido entre a língua e o sistema das cores ocorrem em três dimensões: na dimensão do signo linguístico, na dimensão intralinguística e na dimensão metassemântica; e entendemos que a articulação dessas três dimensões é uma das possibilidades de pensar a semiologia da língua. Acreditamos que esse estudo possa contribuir para abrir novos caminhos na investigação das interações de sentido entre a língua e os sistemas semiológicos no seio de uma cultura.pt_BR
dc.description.abstractCette étude se consacre à une analyse sémiologique du sens des couleurs, particulièrement de la couleur bleue. À cette fin, nous avons choisi comme objet de notre étude le discours de Michel Pastoureau sur l'histoire sociale de cette couleur, présent dans le livre Bleu, histoire d'une couleur (2002). Pour éclairer les relations de sens entre la langue et les systèmes sémiologiques, nous avons sélectionné les articles d'Émile Benveniste, Structuralisme et linguistique, une entrevue publiée pour la première fois en 1968, et Sémiologie de la langue, un article de 1969. Le cœur de notre étude réside dans la compréhension de la manière dont la langue attribue du sens au système des couleurs. Pour cela, nous présentons d'abord quelques notions liées à la nature et au sens de la couleur dans différents domaines de connaissance. De plus, nous établissons des distinctions méthodologiques pour étudier la couleur en tant que fait social et nous contextualisons les travaux de Michel Pastoureau dans le cadre de l'histoire de la symbolique occidentale. Ensuite, nous mettons en évidence les œuvres de Benveniste qui délimitent la distinction entre les modes de signification sémiotique et sémantique, notions essentielles pour comprendre la relation d'interprétance de la langue. Enfin, soutenus par les propositions de la sémiologie de la langue d'Émile Benveniste, nous proposons une approche réflexive sur l'histoire et les transformations de sens de la couleur bleue en Occident, en portant une attention particulière aux façons dont la langue est liée à ces questions. Dans notre analyse, nous comprenons que les relations de sens entre la langue et le système des couleurs se déploient en trois dimensions : la dimension du signe linguistique, la dimension intralinguistique et la dimension métasémantique ; et que l'articulation de ces trois dimensions représente l'une des possibilités de penser la sémiologie de la langue. Nous croyons que cette étude pourrait contribuer à ouvrir de nouvelles voies dans la recherche des interactions de sens entre la langue et les systèmes sémiologiques au sein d'une culture.fr
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectBenveniste, Emile, 1902-1976pt_BR
dc.subjectSémiologie de la languefr
dc.subjectCouleurfr
dc.subjectPastoureau, Michelpt_BR
dc.subjectAnálise lingüísticapt_BR
dc.subjectCulturefr
dc.subjectSemiologiapt_BR
dc.subjectCulturapt_BR
dc.subjectCorpt_BR
dc.titleSobre a cor na língua : o discurso sobre o azul a partir da semiologia da língua de Émile Benvenistept_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001188201pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInstituto de Letraspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2023pt_BR
dc.degree.graduationLetras: Português e Francês: Licenciaturapt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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