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A alegria é a prova dos nove : o devir-ameríndio no encontro com o urbano e a psicologia

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A alegria é a prova dos nove : o devir-ameríndio no encontro com o urbano e a psicologia

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Título A alegria é a prova dos nove : o devir-ameríndio no encontro com o urbano e a psicologia
Autor Stock, Bianca Sordi
Orientador Fonseca, Tania Mara Galli
Data 2010
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Psicologia. Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional.
Assunto Cidades : Aspectos sociais
Índios
Promoção da saúde
Saúde mental
Subjetividade
Resumo A dissertação se propõe a acompanhar os encontros das populações indígenas com a cidade urbanizada e as experiências com as práticas da psicologia. A Filosofia da Diferença e o conceito de Perspectivismo Ameríndio, advindo da antropologia, problematizam os modos de perceber o mundo, operados pelos coletivos indígenas, dando a ver que a indianidade pode ser um modo de devir. Portanto, perguntamos como o devir-ameríndio tem diferido a vida no contemporâneo. A escrita faz uma crítica à lógica binária-identítária que tem pautado as discussões acerca das questões indígenas. Como contraponto, apresenta, a partir de uma narrativa analítica, um projeto que problematizou as interfaces entre a saúde indígena e a saúde mental, desenvolvido em uma comunidade Kaingáng da região metropolitana de Porto Alegre, do qual a pesquisadora participou. Por fim, discute o horizonte de políticas de promoção da saúde, da diversidade e da dignidade dos povos ameríndios.
Abstract This dissertation aims to accompany the encounters among the indigene populations with the urban city and the experiences with the practices of psychology. Philosophy of Difference and the concept of Amerindian Perspective derived from anthropology problemize the ways of perceiving the world produced by the indigene collectives adverting that indigenes way of being can be a way of becoming. Therefore we ask how the becoming-ameríndio is making a difference in the contemporary. This writing unfolds a critic to the binary-identical reasoning that has ruled the discourse concerning indigene matters. As a counterpoint, it proposes a project that problemized the interfaces between indigene health and mental health, inspired in an analytical narration and developed in a Kaigáng community in the metropolitan region of Porto Alegre, with the full participation of the researcher. In conclusion, it discusses the horizon of the politics of health promotion, of the diversity and of the dignity of the Amerindian nations.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/27015
Arquivos Descrição Formato
000762869.pdf (572.6Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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