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Efeitos de diferentes protocolos de exercício de força sobre a resposta aguda de estresse oxidativo

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Efeitos de diferentes protocolos de exercício de força sobre a resposta aguda de estresse oxidativo

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Título Efeitos de diferentes protocolos de exercício de força sobre a resposta aguda de estresse oxidativo
Autor Carteri, Randhall Bruce Kreismann
Orientador Pinto, Ronei Silveira
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física. Curso de Educação Física: Licenciatura.
Assunto Estresse oxidativo
Exercício físico
Resumo Introdução: O estresse oxidativo é uma condição caracterizada pelo desequilíbrio redox, em que a produção de espécies reativas de oxigênio (ERO) é maior do que a capacidade antioxidante de neutralizar e eliminar esses produtos, aumentando o potencial de redução celular e diminuindo a atividade de agentes redutores. Durante o exercício de força ocorre formação de ERO por diversos mecanismos, como a atividade de fagócitos durante as contrações, aumento do consumo de oxigênio, pelo fenômeno de isquemia e reperfusão, e por processos inflamatórios. Não está claro se esse aumento é dependente de volume ou intensidade do exercício, ou se a magnitude de resposta varia entre indivíduos treinados e destreinados. Objetivo: Comparar os efeitos de diferentes protocolos de exercício de força sobre a resposta aguda de estresse oxidativo avaliado pela peroxidação lipídica em indivíduos treinados. Métodos: Quatro sujeitos do sexo masculino com experiência em treinamento de força realizaram dois protocolos de sete exercícios como volumes e intensidade diferentes em ordem aleatória: Protocolo de Volume (carga de 60%de 1RM) e Protocolo de Intensidade (carga de 80%). Antes e após a sessão de exercício foram coletadas amostras de sangue para avaliação de peroxidação lipídica por meio do método do íon ferroso/Xilenol Laranja. Os protocolos foram comparados através do teste t de student. Os resultados estão expressos em média ± desvio-padrão. Todas as análises foram feitas utilizando o SPSS 17.0 para Windows. Resultados: O trabalho total em quilos das sessões foi 2541 ± 520 para o protocolo de Intensidade e 3605 ± 424 para o protocolo de Volume. A peroxidação lipídica não apresentou diferenças em ambos os protocolos (Protocolo de Intensidade: pré: 7,98 ± 0,94 e Pós: 7,59 ± 1,03; Protocolo de Volume: pré: 8,64 ± 0,55 e pós: 8,13 ± 0,35). Conclusões: No presente estudo nenhum protocolo de exercício de força foi capaz de induzir ao estresse oxidativo avaliado pela peroxidação lipídica. Independente de diferenças no volume e intensidade dos protocolos, possivelmente o protocolo utilizado no presente estudo teria também volume (trabalho total) menor do que a que os participantes já estavam habituados. Estudos futuros avaliando estresse oxidativo devem focar no controle do histórico de treinamento dos participantes, tal como avaliar enzimas anti-oxidantes e danos a lipídios para avaliação da interação desses parâmetros após o exercício de força.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/27706
Arquivos Descrição Formato
000766335.pdf (424.2Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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