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A ingratidão : o juízo moral de crianças de 5 a 12 anos

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A ingratidão : o juízo moral de crianças de 5 a 12 anos

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Título A ingratidão : o juízo moral de crianças de 5 a 12 anos
Autor Mileski, Aline Oliveira Zimmermann
Orientador Freitas, Lia Beatriz de Lucca
Data 2010
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Psicologia. Curso de Pós-Graduação em Psicologia.
Assunto Criança
Desenvolvimento moral
Julgamento moral
[en] Children
[en] Ingratitude
[en] Moral development
Resumo Este estudo investigou o juízo moral de crianças sobre o(a) ingrato(a), isto é, aquele(a) que não retribui a um benfeitor prévio. Os participantes foram 77 crianças, de ambos os sexos, distribuídas em três grupos etários (5-6, 8-9 e 11-12 anos). Utilizaram-se duas histórias sobre situações hipotéticas. Após cada história, realizou-se uma entrevista clínica com a criança. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo e examinou-se a variação na frequência dos tipos de resposta nos três grupos etários. A maioria das crianças reprovou a ação do ingrato. Os resultados indicam diferenças significativas entre os grupos etários quanto à forma como as crianças justificam seus juízos. Encontraram-se ainda diferenças entre como as crianças julgam a ação do personagem ingrato e o próprio personagem, as quais, talvez, estejam relacionadas ao tipo de sentimento (positivo ou negativo) atribuído ao ingrato.
Abstract This study investigates the moral judgement of children about those who are ungrateful, i.e.., those who do not return a favor to a previous benefactor. The participants were 77 children, from both sexes, distributed across three age groups (5-6, 8-9, and 11-12 years). The study used two vignettes about hypothetical situations. Following each vignette, a clinical interview was conducted with each child. The data were content analyzed and we examined variation in the frequency of types of response in our three age groups. A majority of the children disapproved of the ingrate’s action. The results revealed significant differences among the age groups in terms of the children’s justifications of their judgments. We also found differences in how the children judged both the ungrateful person’s action and the person him- or herself, which maybe are related to the type of feeling (positive or negative) attributed to the ungrateful individual.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/27822
Arquivos Descrição Formato
000765797.pdf (207.6Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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