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Estratégias educativas para o paciente que convive com doença crônica

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Estratégias educativas para o paciente que convive com doença crônica

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Título Estratégias educativas para o paciente que convive com doença crônica
Autor Raubustt, Everton Eduardo Dellamora
Orientador Waldman, Beatriz Ferreira
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem. Curso de Enfermagem.
Assunto Doença crônica
Educação em saúde
Resumo Trata-se de um estudo que enfocou a questão de pacientes que convivem com doença crônica degenerativa não transmissível e a esperada aderência ao tratamento tanto farmacológico quanto de mudanças no estilo de vida. A doença crônica constitui evento permanente capaz de produzir incapacidade ou deficiência e exige longos períodos de supervisão. A aderência às medidas terapêuticas é àquela situação na qual o paciente crônico apresenta um comportamento que coincide com o aconselhamento dado pelo profissional de saúde, ao concordar com o tratamento, seguir orientações fornecidas e participar do controle da doença. Nesse processo a contribuição do enfermeiro representa condição inquestionável, visto que utiliza estratégias para orientar e incentivar o paciente a ampliar competências para se autocuidar, a conhecer sobre a doença e suas conseqüências com base no estabelecimento da comunicação terapêutica. O objetivo do estudo foi descrever as estratégias de apoio educativo utilizadas pelo enfermeiro ressaltando os elementos facilitadores e aqueles que constituem barreiras para a comunicação terapêutica com o paciente com doença crônica. A metodologia utilizada foi a Revisão Integrativa da literatura proposta por Cooper (1982). A coleta de dados ocorreu por meio da busca de artigos científicos nas bases de dados LILACS, SCIELO, BDENF. Foram selecionados 17 artigos científicos, conforme critérios de inclusão e exclusão, publicados no período de 1997 a 2010. Os resultados da RI descrevem estratégias empregadas pelo enfermeiro no processo de cuidar educando, como: emprego da arteterapia; uso de cartazes e desenhos; feedback da informação; realização de grupos, acolhimento, consulta de enfermagem. Os elementos facilitadores da comunicação terapêutica se caracterizam por fazer perguntas abertas; responder questões que afligem o paciente; usar silêncio terapêutico, negociação da conduta, tom de voz moderado, linguagem clara e adequada. As barreiras da comunicação se caracterizam por falta de valorização do processo de comunicação; dificuldade em reconhecer sinais que expressam o não verbal; preparo inadequado do profissional; inabilidade para ouvir; sobrecarga de trabalho.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/28041
Arquivos Descrição Formato
000768829.pdf (1.113Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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