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Pichação : autoafimação juvenil e territórios de promoção da periferia de Porto Alegre

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Pichação : autoafimação juvenil e territórios de promoção da periferia de Porto Alegre

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Título Pichação : autoafimação juvenil e territórios de promoção da periferia de Porto Alegre
Autor Collovini, Tiago Luis Gilli
Orientador Heidrich, Álvaro Luiz
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Geociências. Curso de Geografia: Bacharelado.
Assunto Geografia urbana
Pichação
Porto Alegre (RS)
Territorio
[en] Graffiti
[en] Periphery
[en] Social space
[en] Territory
[en] Youth
Resumo A cidade moderna mostra-se incapacitada de satisfazer o ser humano na prática de suas vivências. Por conta da padronização funcional e da legislação conservadora, as práticas de expressão diferentes não se enquadram no conceito moderno de urbano e são entendidas como afronta à ordem instituída. As pichações desconhecem as regras morais em que se funda a legislação e, por isso, multiplicam-se na cidade como forma de comunicação entre a juventude da periferia. Por meio dos territórios criados pelo picho, o jovem promove a si e a seu grupo, abrindo novos espaços sociais desconhecidos da classe média. Essa nova comunicação é o retrato de grupos sociais que se constituem por meio de uma linguagem cifrada que, associada ao meio virtual, fornece subsídios ao jovem para sua autoafirmação e identificação. São esses grupos juvenis os responsáveis pela caracterização de novos territórios, por meio da pichação, e de novos espaços sociais, por meio da apropriação da cidade. Com auxílio da Fenomenologia, é possível identificar os grupos e o perfil do jovem da periferia, reconhecendo seus espaços e promovendo a aceitação de seus territórios de promoção.
Abstract The modern city shows itself incapable of satisfying the human being in the practice of their experiences. Due to the functional standardization and to the conservative legislation, the different practice of expression does not fit the modern concept of "urban" and is seen as an affront to the established order. The graffiti don’t known of the moral rules which underpin the law and, therefore, is multiplying in the city as a means of communication between the youth of the suburbs. Through of the graffiti’s territories, the young promotes himself and his group, opening new social spaces wich it are unknown by average class. This new communication is the portrayal of social groups that are constituted by a coded language that it combined with the virtual environment, provides grants to young for his self-affirmation and identification. These youth groups are responsible for the characterization of new territories, through graffiti, and new social spaces, through the appropriation of the city. With the help of phenomenology, one can identify the groups and the profile of the youth from the periphery, recognizing their spaces and promoting the acceptance of their promotion’s territories.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/28454
Arquivos Descrição Formato
000770000.pdf (2.304Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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