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Mais profana do que Sagrada : a festa (popular) de Nossa Senhora dos Navegantes e suas relações com o Bairro Navegantes em Porto Alegre-RS

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Mais profana do que Sagrada : a festa (popular) de Nossa Senhora dos Navegantes e suas relações com o Bairro Navegantes em Porto Alegre-RS

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Título Mais profana do que Sagrada : a festa (popular) de Nossa Senhora dos Navegantes e suas relações com o Bairro Navegantes em Porto Alegre-RS
Autor Lampert, Rodrigo Alves
Orientador Heidrich, Álvaro Luiz
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Geociências. Curso de Geografia: Bacharelado.
Assunto Festa popular
Geografia cultural
Navegantes (Porto Alegre, RS)
Resumo O objeto do estudo desta pesquisa é a transformação espacial que a manifestação do sagrado da Festa de Nossa Senhora dos Navegantes é capaz de causar, assim como as atuações e representações deste espaço coletivizado de uma comunidade em torno de seus rituais religiosos. Para expor o problema dentro do campo da Geografia é necessária uma revisão bibliográfica sobre a gênese da Geografia Humanista e da fenomenologia, buscando referenciais que retrabalham os conceitos/categorias de análise da Geografia através deste viés baseado no sentimento de lugar e de pertencimento. Para realizar esta análise, faz-se uma retomada da história do Bairro Navegantes, onde tradicionalmente ocorre a Festa, relacionando as transformações espaciais do Bairro à presença da festa popular. Realizou-se também trabalho de campo na Festa Popular e entre a comunidade do Bairro, onde foram realizadas entrevistas e registros fotográficos. Uma leitura fenomenológica das entrevistas e das histórias de vida revela uma forte relação entre os moradores antigos do Bairro com o significado da Festa Popular, expressa também na arquitetura e toponímias locais; significado este que não é percebido entre os moradores mais recentes do Bairro, cujas atribuições simbólicas são outras. Percebe-se também a apropriação do elemento sagrado para a realização de atividades comerciais e o uso do nome da Santa Padroeira da capital gaúcha para divulgar certas marcas, constituindo elementos profanos enclavados no sagrado oficial da festa popular.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/28469
Arquivos Descrição Formato
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