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Estudo da estanqueidade de rejuntes em revestimentos cerâmicos externos

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Estudo da estanqueidade de rejuntes em revestimentos cerâmicos externos

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Título Estudo da estanqueidade de rejuntes em revestimentos cerâmicos externos
Autor Valiati, Verônica Grapiglia
Orientador Masuero, Angela Borges
Data 2009
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Curso de Engenharia Civil.
Assunto Engenharia civil
Resumo Nas fachadas o revestimento cerâmico é responsável pela estética, durabilidade, proteção e estanqueidade da edificação. A estanqueidade é uma das funções mais importantes que este revestimento deve desempenhar, sendo que a infiltração da água destaca-se como causa de muitas das manifestações patológicas de fachadas. Tais manifestações têm sua origem, principalmente, na execução deficiente e na má especificação dos materiais. Quando o material é aplicado de maneira errada, ou seu uso está em desacordo com o local de aplicação ou com as condições de exposição, ele deixa de desempenhar suas funções. Com isso, as exigências dos usuários deixam de ser atendidas e há a desvalorização das edificações. Nos revestimentos cerâmicos, os materiais responsáveis pela estanqueidade são as placas cerâmicas e o material de rejuntamento. As cerâmicas têm sua absorção de água bastante reduzida, deixando o rejunte como o ponto vulnerável do sistema. Desta forma, o desempenho deste deve ser analisado e controlado, de modo a evitar problemas nas edificações. Este trabalho buscou, então, avaliar este desempenho, observando o atendimento dos requisitos quanto à estanqueidade à água dos rejuntes em fachadas. Foram analisados diferentes tipos de rejuntes, em várias obras, através do Método do Cachimbo. Os resultados dos ensaios em obra foram comparados com as propriedades obtidas nos ensaios de laboratório e observou-se que quando aplicados e expostos às condições do ambiente os materiais de rejuntamento apresentam desempenho muito abaixo do que quando avaliados em laboratório, com condições controladas e conforme requisitos exigidos em norma. Além disso, constatou-se que quanto maior o tempo de exposição da fachada maior é a absorção de água e que em locais onde o material está em condições mais desfavoráveis, quanto à insolação e ao vento, ele degrada mais rapidamente, apresentando mais fissuras, descoloração e, consequentemente, maior infiltração de água. Esta infiltração, porém, não ocorre apenas por deficiências ou envelhecimento do material, mas também pela má execução, quando é misturado de forma incorreta, com adição de muita água, ou quando, durante a aplicação, são deixadas falhas e juntas mal preenchidas.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/28545
Arquivos Descrição Formato
000769472.pdf (3.346Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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