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Que brincadeira é essa?

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Que brincadeira é essa?

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Título Que brincadeira é essa?
Autor Ayres, Andréa Dias
Orientador Santos, Vera Lucia Bertoni dos
Data 2010
Nível Especialização
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Especialização em Pedagogia da Arte.
Assunto Conhecimento
Subjetividade
Teatro
Violência
Resumo Este Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização tem o objetivo de verificar como o contexto sociocultural dos alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Mário Quintana, na Vila Castelo, Bairro Restinga em Porto Alegre, interfere na construção do conhecimento em teatro. A partir da observação do comportamento dos alunos na sala de aula de teatro, foi possível elencar três elementos fundamentais à construção do conhecimento, fragilizados por questões advindas do contexto. Para fins da análise, os elementos enfatizados foram: o “estado de jogo”; a formação de grupos dentro das turmas; e o trabalho continuado. A investigação foi construída no cruzamento do material teórico, com o material empírico coletado através de filmagens de jogos teatrais, de improvisação, segundo a metodologia desenvolvida por Viola Spolin, propostos aos alunos durante as aulas de teatro. Sem a interferência da professora pesquisadora no que se refere ao desenvolvimento das narrativas, imediatamente as representações dos alunos sobre sua realidade vieram à tona, revelando construções simbólicas permeadas por um imaginário de extrema violência e desrespeito pela vida. Para tecer as considerações sobre teatro, violência, contexto, subjetividade e construção do conhecimento, foram utilizados os autores Rosa Maria Bueno Fischer, Juan Delval, Viola Spolin, Tizuco Kishimoto, Gisela Wajskop, Edgar Morin e Alba Zaluar. Foi possível então, relacionar os modos de subjetivação presentes nas manifestações teatrais dos grupos onde ocorreu a investigação à propagação da violência, entendida como um dos principais fatores de desagregação da comunidade a qual pertencem os alunos da escola, o que gera grandes desafios à construção do conhecimento. Nessa medida, passou-se a enfatizar a hipótese de que um caminho para a desconstrução da violência passa pela construção de novos modos de subjetivação que apresentem outras opções para a reelaboração do sujeito. O que significa dizer que a investigação sobre as subjetividades presentes na Vila Castelo, expressas pelas crianças através dos jogos teatrais desenvolvidos no ambiente escolar, pode apontar caminhos para a desconstrução da violência.
Tipo Trabalho de conclusão de especialização
URI http://hdl.handle.net/10183/29256
Arquivos Descrição Formato
000776158.pdf (962.5Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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