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A dependência de spin e isospin em reação quase-livres (p, pN)

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A dependência de spin e isospin em reação quase-livres (p, pN)

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Título A dependência de spin e isospin em reação quase-livres (p, pN)
Autor Veit, Eliane Angela
Orientador Maris, Theodor August Johannes
Co-orientador Teodoro, Maria Ribeiro
Data 1981
Nível Doutorado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Física. Curso de Pós-Graduação em Física.
Assunto Fisica nuclear
Fisica subatomica
Reacoes nucleares e espalhamento
Spin isotopico
Resumo A aproximação de impulso (AI) é utilizada em reações nucleares, nas quais, essencialmente, um núcleon nuclear participa, enquanto os demais são praticamente espectadores passivos. Sua suposição básica consiste em considerar que a estrutura do núcleon, que participa diretamente da reação, não afetada pelo meio nuclear. Como a AI frequentemente usada, é interessante se ter uma idéia quantitativa da sua validade. Isto no entanto não é simples, pois a influência dos outros núcleons do núcleo, antes e depois da interação "essencial", é quase sempre muito grande e incerta. Por esta razão, investigamos a AI com reações quase-livres, que se constituem, provavelmente, na aplicação mais direta desta aproximação. Para comparação de resultados teóricos com experimentais, selecionamos quantidades observáveis, que são pouco afetadas pelas incertezas do formalismo, como a assimetria de reações quase-livres com prótons polarizados. Analisamos as assimetrias medidas nas reações 160(t1.2p)15N e 40ce(14s,2p)3Tk a 200 MeV e as razões entre as seções de choque (p,2p) e (p,pn) no 12 C a 400 MeV. Vários cálculos para o 160 foram feitos para comparação com experiências futuras. A comparação entre teoria e experiência mostra que qualitativamente a aproximação de impulso é boa. Quantitativamente parece ocorrer no meio nuclear uma redução no valor do parâmetro P(5), característico do espalhamento livre, comparado ao valor livre. Há indicações que essa diminuição também ocorre em outros casos e seria, portanto, interessante entender suas causas.
Abstract The impulse approximation (IA) is used for nuclear reactions in which essentially one nucleon of a nucleus participates, the other ones playing more or less the role of passive spectators. The basic assumption consists of considering the structure of the reacting nucleon to be unaffected by the environment. As the IA is frequently used, it is to have a quantitative idea its validity. This is a simple matter, because the influence of the other the nucleus before and after the "essential" is almost always very large and uncertain. For that investigate the IA with quasi-free reactions, which constitute the most direct application of this approximation. For the comparison of theoretical with experimental results, we select observed quantities which are little affected by the incertainties of the formalism, namely the asymmetry in quasi-free scattering with polarized protons. We investigate measured asymmetries of the 160(t1.2p)15N e 40ce(14s,2p)3Tk a 200 MeV reactions at 200 MeV and the ratios of the (p,2p) and (p,pn) 12 16 cross sections for C at 400 MeV. We perform for 16O various calculations to be compared with future experiments. The comparison between theory and experiment that qualitatively the impulse approximation is good. Quantitatively there seems to occur in nuclear environment a reduction the value of the parameter P(5), characteristic of the free scattering, compared to the free value. There are indications that this diminution occurs also in other cases and it would therefore be interesting to understand its reason.
Tipo Tese
URI http://hdl.handle.net/10183/29908
Arquivos Descrição Formato
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