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Câncer de mama no Rio Grande do Sul : relação entre investimento em sistemas de rastreamento com o retorno financeiro, prioridades políticas e bem estar da população alvo no ano de 2010

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Câncer de mama no Rio Grande do Sul : relação entre investimento em sistemas de rastreamento com o retorno financeiro, prioridades políticas e bem estar da população alvo no ano de 2010

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Título Câncer de mama no Rio Grande do Sul : relação entre investimento em sistemas de rastreamento com o retorno financeiro, prioridades políticas e bem estar da população alvo no ano de 2010
Autor Brose, Mariana de Mattos
Orientador Fisher, Paul Douglas
Data 2011
Nível Especialização
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Curso de Especialização em Saúde Pública.
Assunto Administração em saúde
Economia da saúde
Gestão em saúde
Mamografia
Planejamento em saúde
Prevenção de câncer de mama
Rio Grande do Sul
Resumo O câncer de mama constitui-se na primeira causa de morte, por neoplasias entre as mulheres, no Brasil. Dados apontam tendência de crescimento na mortalidade por esta neoplasia, tendo taxas mais elevadas o estado do RS. Os objetivos das políticas de saúde pública devem ser concentrados na prevenção e diagnóstico precoce. Este estudo avalia o investimento em sistemas de rastreamento de câncer de mama por mamografia com o retorno financeiro, prioridades políticas e bem-estar da população alvo no ano de 2010. Trata-se de um estudo quantitativo/descritivo. Os dados foram obtidos através de bancos de dados secundários como DATASUS, SIH/SUS, CNES, e SISMAMA. Analisando a capacidade estimada, conclui-se que estão sobrando equipamentos, faltando médicos radiologistas e sobrando técnicos em radiologia. Analisando o número de equipes para atender a necessidade estimada, segundo os parâmetros do MS, precisaríamos de 44,56 equipes, mas se considerada a recomendação de 1 exame por ano por mulher com idade maior ou igual a 40 anos seriam necessários de 715,96 equipes. Quanto à cobertura necessária, todas as Regionais em Saúde possuem cobertura acima da preconizada, em algumas sendo maior que 900%. Na capacidade instalada, todos os parâmetros ficaram abaixo do previsto, seja quanto aos equipamentos (16,8%), médicos radiologistas (8%) e técnicos em radiologia (4%). No quadro geral, a capacidade atual é mal distribuída, falta simetria em relação a recursos físicos e recursos humanos (equipamentos x pessoal) e a capacidade atual é mal aproveitada.
Tipo Trabalho de conclusão de especialização
URI http://hdl.handle.net/10183/34059
Arquivos Descrição Formato
000789999.pdf (223.4Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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