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Avaliação de efetividade anti-hipertensiva de intervenções não-farmacológicas em uma coorte de pacientes hipertensos

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Avaliação de efetividade anti-hipertensiva de intervenções não-farmacológicas em uma coorte de pacientes hipertensos

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Título Avaliação de efetividade anti-hipertensiva de intervenções não-farmacológicas em uma coorte de pacientes hipertensos
Autor Riegel, Glaube Raquel Conceição
Orientador Fuchs, Flávio Danni
Co-orientador Fuchs, Sandra Cristina Pereira Costa
Data 2011
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde: Cardiologia e Ciências Cardiovasculares.
Assunto Atividade motora
Dieta
Hipertensão
Resumo Introdução: Várias intervenções não-farmacológicas têm sido eficazes para controlar a pressão arterial (PA) em ensaios clínicos, mas a reprodução desse efeito no cenário clínico não foi consistentemente documentada até o momento. Métodos: Pacientes hipertensos com pressão arterial basal não controlada e com um seguimento de pelo menos um ano em um ambulatório de referência em hipertensão arterial foram incluídos nesta análise. Todos receberam recomendações não farmacológicas para tratar a hipertensão. As variáveis de exposição foram o padrão de adesão às recomendações para seguir dietas pobres em sal e de baixas calorias e fazer atividades físicas. Resultados: No total, 825 pacientes com seguimento médio de 23,1 ± 8,4 meses foram analisados. Os deltas ajustados de PA, calculados pela subtração da variação de pressão arterial em participantes que não tiveram adesão a dieta pobre em sal da variação dos que tiveram adesão, foram de 5,1 (IC 95% 1,7-8,6) mmHg para a pressão sistólica (P = 0,003) e 2,1 (0,2 a 3,9) mmHg para a diastólica (P = 0.02). Os valores correspondentes para adesão à dieta restrita em calorias foram de 6,6 (2,9 a 10,2) mmHg para pressão sistólica (P <0.001) e 2,0 (0,1 a 3,9) mmHg para a diastólica (P = 0.045). Adesão a atividades físicas não se associou à queda de pressão arterial. Mais pacientes com adesão às dietas tiveram uma queda de 10 mmHg na pressão sistólica ou 5 mmHg na pressão diastólica. Perda de pelo menos de 2 Kg também se associou com redução da PA. Conclusão: Adesão a dietas com restrição de sal e calorias, mas não à prática de atividades físicas, associa-se à redução clinicamente relevante da PA e melhora do prognóstico dos pacientes em cuidados para a hipertensão em ambulatório especializado. Recomendações dietéticas devem ser prescritas e reiteradas para pacientes hipertensos em acompanhamento ambulatorial.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/35043
Arquivos Descrição Formato
000789810.pdf (3.070Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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