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Estudo de associação entre polimorfismos -141C Ins/Del e TaqIA da região DRD2/ANKK1 e o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade

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Estudo de associação entre polimorfismos -141C Ins/Del e TaqIA da região DRD2/ANKK1 e o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade

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Título Estudo de associação entre polimorfismos -141C Ins/Del e TaqIA da região DRD2/ANKK1 e o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade
Autor Nuss, Andressa
Orientador Roman, Tatiana
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Curso de Ciências Biológicas: Ênfase Molecular, Celular e Funcional: Bacharelado.
Assunto Polimorfismo
Transtorno da falta de atenção com hiperatividade
Resumo O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma doença complexa cuja herdabilidade é estimada em torno de 76%. É comum na infância e adolescência, sendo a prevalência mundial de aproximadamente 5% das crianças em idade escolar. Esse transtorno apresenta três subtipos clínicos: predominantemente desatento, predominantemente hiperativo/impulsivo e combinado, onde sintomas das duas outras áreas estão presentes. Como principais candidatos para estudos moleculares com o TDAH, estão os genes codificadores de componentes do sistema dopaminérgico, dentre eles o gene que codifica o receptor D2 de dopamina (DRD2). O estudo tem enfoque em dois polimorfismos: TaqIA (rs1800497), SNP originalmente descrito na região flanqueadora 3’ do DRD2 mas localizado no gene ANKK1 (ankyrin repeat and kinase domain containing 1), e -141C Ins/Del (rs1799732), inserção/deleção localizada na região promotora do gene DRD2. Este estudo verificou a possibilidade de associação destes polimorfismos com o TDAH numa amostra composta por 478 crianças e/ou adolescentes diagnosticados pelo ProDAH-HCPA de acordo com o DSM-IV e seus pais biológicos. Os polimorfismos foram genotipados pela técnica PCR-RFLP. A hipótese de associação foi verificada por método baseado em famílias, através do programa FBAT. As frequências encontradas estão em Equilíbrio de Hardy-Weinberg e de acordo com a literatura. Os resultados não indicaram associação de nenhum dos polimorfismos com o TDAH. Apesar disso, não podemos afirmar que o gene DRD2 não contribui para a patofisiologia do TDAH, sendo necessário um estudo mais amplo de toda a região genômica DRD2/ANKK1 para definir se a mesma influencia ou não no TDAH.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/35290
Arquivos Descrição Formato
000781626.pdf (188.1Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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