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Efeito do extrato aquoso (chá) de erva-mate (Ilex paraguariensis) sobre parâmetros oxidativos em ratos diabéticos

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Efeito do extrato aquoso (chá) de erva-mate (Ilex paraguariensis) sobre parâmetros oxidativos em ratos diabéticos

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Título Efeito do extrato aquoso (chá) de erva-mate (Ilex paraguariensis) sobre parâmetros oxidativos em ratos diabéticos
Autor Duarte, Roxane Freire
Orientador Kucharski, Luiz Carlos Rios
Co-orientador Caregnato, Fernanda Freitas
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Curso de Ciências Biológicas: Ênfase Molecular, Celular e Funcional: Bacharelado.
Assunto Diabetes mellitus
Estresse oxidativo
Ilex paraguariensis
Resumo A diabetes melito (DM) se caracteriza por um grupo de distúrbios metabólicos identificados por hiperglicemia, resultante de defeitos na secreção de insulina, na ação da insulina ou de ambos. A diabetes causa hiperglicemia crônica, que é um fator desencadeador de aumento na produção de radicais livres, que são responsáveis por um agravamento da doença. A Erva-mate Ilex paraguariensis é uma espécie nativa das regiões subtropicais e temperadas da América do Sul, principal componente da bebida popularmente conhecida como chimarrão. Vários trabalhos têm mostrado diferentes benefícios do consumo do chá mate devido a sua habilidade em combater as espécies reativas de oxigênio, já que possui em sua composição polifenóis, que são capazes de inibir a glicosilação não-enzimática das proteínas e a formação dos produtos finais dessa glicação, os AGE’s que também são produzidas em excesso na diabetes. Foram utilizados os tecidos renais (córtex e medula), fígado e músculo de ratos Wistar machos. O objetivo foi apurar se o chimarrão era capaz de reverter o estresse oxidativo gerado pela diabetes. Para verificar os danos à proteínas e lipídios realizamos as técnicas de Carbonil e TBARS, onde córtex renal e fígado, do grupo dos diabéticos, apresentaram resultados significativos; para avaliar as defesas antioxidantes não-enzimáticas, utilizamos TRAP, onde somente o grupo dos Dbt no córtex mostrou resultados significativos. Podemos constatar que os órgãos reagem de diferentes formas ao tratamento com chá, ora combatendo, ora produzindo radicais livres.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/35302
Arquivos Descrição Formato
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