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Modelagem de distribuição espacial de três espécies de peixes (Characidae) em bacias da Mata Atlântica, Rio Grande do Sul, Brasil

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Modelagem de distribuição espacial de três espécies de peixes (Characidae) em bacias da Mata Atlântica, Rio Grande do Sul, Brasil

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Título Modelagem de distribuição espacial de três espécies de peixes (Characidae) em bacias da Mata Atlântica, Rio Grande do Sul, Brasil
Autor Meneses, Bruna Arbo
Orientador Becker, Fernando Gertum
Data 2011
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Curso de Ciências Biológicas: Ênfase Ambiental: Bacharelado.
Assunto Characidae
Resumo Modelos de distribuição espacial podem contribuir para compreensão do estado de conservação de peixes em riachos e de seus habitats. Neste trabalho geramos mapas de probabilidade de ocorrência de três espécies de peixes de riacho ameaçadas de extinção (Cyanocharax itaimbe, Mimagoniates rheocharis e Odontostoechus lethostigmus, Characidae), e analisamos o estado de conservação das sub-bacias e das margens dos trechos onde a probabilidade de ocorrência é mais alta. Utilizamos dados de presença abrangendo parte da área de distribuição natural das espécies no nordeste do RS. Os modelos de distribuição foram feitos a partir de altimetria, distância das cabeceiras, declividade, vazão acumulada e classificação de relevo. O algoritmo utilizado para a geração do modelo foi o Maxent e seu desempenho foi avaliado pelo valor da área sob a curva ROC (AUC) e comparação com o conhecimento empírico sobre as espécies. Para os trechos com alta probabilidade de ocorrência das espécies foram delimitadas zonas ripárias de 150 m, além de sub-bacias a montante de cada um dos pontos de ocorrência observada, para estimativa do grau de antropização baseado no uso e cobertura do solo em 2005. A altitude e o fluxo acumulado tiveram contribuição mais relevante para os modelos de distribuição (AUC >0.9). Mais de 50% dos trechos de maior probabilidade de ocorrência de cada espécie apresentaram zona ripária com grau de antropização maior do que 70% na bacia do rio Três Forquilhas, enquanto na bacia do rio Maquiné, O. lethostigmus apresentou maior proporção de trechos em bacias com alto grau de antropização. Mimagoniates rheocharis e C. itaimbe tiveram maior proporção de trechos em bacias relativamente conservadas, com grau de antropização entre 50 e 25%. M. rheocharis teve sua extensão potencial de ocorrência maior do que O. lethostigmus, além de ocorrer em trechos com maior altitude, onde as margens estão mais conservadas.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/35326
Arquivos Descrição Formato
000794592.pdf (1.817Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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