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O jogo como estratégia para construir o conhecimento : no processo de aprendizagem o brincar é inocente?

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O jogo como estratégia para construir o conhecimento : no processo de aprendizagem o brincar é inocente?

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Título O jogo como estratégia para construir o conhecimento : no processo de aprendizagem o brincar é inocente?
Autor Costa, Maria Lucia Araujo da
Orientador Albuquerque, Paulo Peixoto de
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Pedagogia: Ensino a Distância: Licenciatura.
Assunto Brincadeira
Jogo
[en] Educational games
[en] Games
[en] Playful
Resumo O presente trabalho tem por finalidade fazer uma análise reflexiva e um estudo de caso do período de estágio. Este com cento e oitenta horas, tendo sido realizado em uma escola da periferia de Viamão. A turma em questão é composta de trinta e sete alunos, muito agitados e agressivos. A escola se encontra dentro de uma comunidade carente, e não possui ambiente informatizado, o que seria relevante ao estágio. No ano passado trabalhei com uma turma na lan house, mas por ser uma turma pequena, seria mais fácil para administrar neste ambiente. Na sua ausência, destaco o jogo como estratégia de aprendizagem. O professor deve motivar a criança num processo de criação e construção do seu próprio conhecimento, e não apenas recebedoras de informações, por isso acredito que o jogo possa ajudar nesse processo. Meus objetivos com esta estratégia era desenvolver a memória, a atenção e libertar a criatividade, dando asas a imaginação e a fantasia. Mas, na verdade, o processo de aprendizagem foi bem mais abrangente. Entre eles está à identificação, comparação, análise, simulação, efetivação, cooperação e competição. O jogo também atua positivamente no processo de socialização. Este aluno irá desenvolver formas de comportamento que o auxiliará a viver adequadamente com o outro e assim capacitar-se para a vida em sociedade. Com a mudança de comportamento foi observado que os alunos desenvolveram: amizade, calma, paciência, companheirismo, atitude de compartilhar e respeito. Alguns autores foram importantes para solidificar a ideia de que, o brincar para a criança é uma necessidade, e ela só se exprime criativamente quando brinca. Ao mesmo tempo em que aprende ao brincar, ela se descobre e ao mundo ao seu redor. O brincar para a criança é algo muito sério, por isso ao trazermos este mundo para a sala de aula, estamos valorizando nossas crianças no seu ambiente de criação. Pois o mesmo desperta a criatividade tão necessária para aguçar a curiosidade e provocar questionamentos, para que a criança permaneça motivada a aprendizagem. O jogo possibilita o aluno a ser o construtor de seu próprio conhecimento através da observação e vivência pela experiência prática. O jogo tem sido visto por muitos, pais e professores, como um momento despretensioso, livre de avaliações que deve ser utilizado em momentos lúdicos, buscando o lazer, relaxamento e descontração. Por isso muitas pessoas voltadas para a educação não veem esta estratégia como algo desencadeador da aprendizagem, já que na sua visão, eles servem para momentos de divertimento. Esse estudo vem mostrar que o brincar assume papel positivo no processo de aprendizagem, mesmo em sua forma lúdica para o lazer e visa responder a pergunta: „No processo de aprendizagem o brincar é inocente?‟ O brincar é ambíguo e pode ser visto de duas formas, tanto pela criança como pelo educador. A criança acredita que ao brincar ela não aprende e sim se entretém. Este momento em que a criança se desarma frente ao brincar é facilitador da aprendizagem e deve ser usado pelo educador que têm objetivos a alcançar.
Abstract The present work aims to make a reflective analysis and a case study of the probationary period. This one hundred and eighty hours, was performed in a school on the outskirts of Viamão. The class is to consist of thirty-seven students, very agitated and aggressive. The school is within a poor community, and has no computerized environment, which would be relevant to the stage. Last year I worked with a class at the Internet café, but being a small class, it would be easier to manage in this environment. In his absence, I highlight the game as a learning strategy. The teacher should motivate the child in the process of creating and constructing their own knowledge, not just recipients of information, so I think that the game can assist this process. My goals with this strategy was to develop memory, attention and unleash creativity, giving wings to imagination and fantasy. But in fact, the learning process was far more comprehensive. Among them is the identification, comparison, analysis, simulation, realization, cooperation and competition. The game also acts positively in the process of socialization. This student will develop forms of behavior that will help you live well with each other and thus qualify himself for life in society. With the change in behavior was observed that the students developed: friendship, calmness, patience, companionship, sharing attitude and respect. Some authors were important to solidify the idea that playing for the child is a necessity, and it is expressed only when playing creatively. While learning to play, she finds herself and the world around them. Playing for children is very serious, so to bring this world into the classroom, we are valuing our children in their creative environment. Because it awakens the creativity so necessary to stimulate the curiosity and provoke questions, so that the child remain motivated learning. The game allows the student to be the builder of your own knowledge through observation and experience through practical experience. The game has been seen by many parents and teachers, as an unassuming moment, free of assessments should be used in leisure moments, seeking recreation, relaxation and fun. So many people focusing on education do not see this strategy as something triggering learning, since in his view, they are for moments of fun. This study has shown that playing has a positive role in the learning process, even in his playful way for leisure and aims to answer the question: 'In the process of learning to play the innocent? „ The play is ambiguous and can be viewed in two ways, either by the child as the teacher. The child believes that she does not learn to play, but it entertains. This time the child is disarmed before the play is a facilitator of learning and should be used by educators who have goals to achieve.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/35729
Arquivos Descrição Formato
000795205.pdf (1.088Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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