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Relação entre trabalho noturno e sintomas depressivos em bancários de Porto Alegre

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Relação entre trabalho noturno e sintomas depressivos em bancários de Porto Alegre

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Título Relação entre trabalho noturno e sintomas depressivos em bancários de Porto Alegre
Autor Assis, Maria Luísa Machado
Orientador Souza, Sônia Beatriz Cócaro de
Data 2011
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem. Curso de Enfermagem.
Assunto Bancários
Trabalho em turnos
Trabalho noturno
Resumo Objetivo: verificar a associação entre sintomas depressivos e turno de trabalho numa amostra de trabalhadores de uma instituição bancária de Porto Alegre. Método: estudo transversal foi desenvolvido numa amostra de 75 profissionais bancários. Sintomas depressivos foram identificados através do Inventário de Beck (BDI), classificando em normal e alterados. Vinte e sete trabalhavam no turno diurno e quarenta e oito no noturno. O teste qui-quadrado foi utilizado para verificar a associação entre variáveis categóricas e escores do BDI. Resultados: Profissionais com idade superior a 40 anos representaram 96% (n=72) da amostra, sendo que 58% (n=41) possuíam ensino superior e 66% (n=47) eram casados ou tinham companheiro. Entre a categoria sexo, predominou o sexo masculino (48, 74%) (p = 0, 145). A maioria dos sujeitos (56, 75%,) trabalhava na instituição há mais de 25 anos e 25% (n=19) declararam outro emprego. Nesta amostra, somente 20% dos sujeitos informaram dormir 8 horas ou mais por dia. Os trabalhadores diurnos informaram dormir em média 6,67±1,07 e os do noturno 6,52±1,09 (p = 0, 578), sendo que 60% referiram alocar o sono à noite. Na população entrevistada, 12% (n=9) apresentaram sintomas depressivos e 88% (n=66) se mantiveram nos parâmetros da normalidade conforme a avaliação de Beck (1996). Nenhuma das variáveis apresentou associação estatisticamente significativa com os escores do BDI. Os sintomas depressivos com maior frequência entre os entrevistados foram em relação à autoestima, irritação, disposição e queixas relacionadas ao sono. Conclusão: Diferenças estatisticamente significativas relativas a sintomas depressivos entre turnos de trabalho não foram identificadas. Esse resultado pode estar condicionado à natureza dos trabalhos desenvolvidos no departamento, ao ambiente de trabalho e ao mecanismo de compensação que possivelmente é desenvolvido pelos trabalhadores noturnos. Ou, ainda, pelo tempo avançado de trabalho no mesmo turno proporcionando uma possível adaptação dos indivíduos.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/35935
Arquivos Descrição Formato
000816649.pdf (302.5Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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