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Banco Central e preferências assimétricas : uma aplicação de sieve estimators para os EUA e o Brasil

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Banco Central e preferências assimétricas : uma aplicação de sieve estimators para os EUA e o Brasil

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Título Banco Central e preferências assimétricas : uma aplicação de sieve estimators para os EUA e o Brasil
Autor Silva, Rodrigo de Sá da
Orientador Portugal, Marcelo Savino
Data 2011
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Ciências Econômicas. Programa de Pós-Graduação em Economia.
Assunto Banco Central do Brasil.
Brasil
Econometria
Estados Unidos
Modelo econométrico
Política monetária
[en] Asymmetric loss function
[en] Central banks’ preferences
[en] Orthogonal polynomials
[en] Sieve estimators
Resumo Uma questão interessante na política monetária é se os Bancos Centrais dão pesos iguais para desvios positivos e negativos da inflação e do hiato do produto das suas respectivas metas. Para responder à esta questão, estimou-se a função perda da autoridade monetária não parametricamente através do método de sieve estimator, expandindo-a através de uma base composta de polinômios ortogonais. A economia foi modelada com agentes foward-looking e com comprometimento por parte da autoridade monetária. O método foi aplicado para a os Estados Unidos desde 1960 e para o Brasil a partir de 1999. Para a economia norte-americana não foram encontradas evidências de assimetria nas preferências da autoridade monetária. Já no Brasil o Banco Central mostrou ter preferências assimétricas quanto à inflação, auferindo uma maior perda de desvios negativos do que positivos em relação à meta.
Abstract An interesting question in monetary policy is whether the Central Bank gives equal weights to positive and negative deviations of inflation and output gap from their targets. Trying answering this question, we estimated the monetary authority’s loss function nonparametrically, using the method of sieves, expanding it with orthogonal polynomials. The economy was model with forward-looking agents and with commitment of the monetary authority. We applied the method to U.S. monetary policy since 1960 and for Brazil since 1999. For the U.S. economy, it was not found evidence of asymmetry in the preferences of the monetary authority. In Brazil, the Central Bank proved to have asymmetric preferences about inflation, with a greater loss for negative deviations of inflation from the target rather for positive ones.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/36107
Arquivos Descrição Formato
000817672.pdf (736.5Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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