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Estado nutricional dos idosos usuários de uma Unidade Básica de Saúde em Porto Alegre - RS

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Estado nutricional dos idosos usuários de uma Unidade Básica de Saúde em Porto Alegre - RS

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Título Estado nutricional dos idosos usuários de uma Unidade Básica de Saúde em Porto Alegre - RS
Autor Follmann, Letícia
Orientador Schuch, Ilaine
Data 2011
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Curso de Nutrição.
Assunto Doença crônica
Idoso
Nutrição do idoso
Saúde do idoso
Resumo O crescimento da população idosa e o aumento da expectativa de vida são uma tendência em todo o mundo. Com o envelhecimento acontecem alterações na composição corporal e o estado nutricional do idoso pode estar relacionado com doenças crônicas. Com o objetivo de descrever o perfil nutricional de idosos usuários de uma Unidade Básica de Saúde em Porto Alegre, realizou-se um estudo transversal, com análise de dados secundários a partir do Cadastro do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) do ano de 2010. Foram descritas as variáveis de idade, sexo, peso, altura, IMC e circunferência da cintura, com avaliação do estado nutricional e descrição da presença de risco de doença cardiovascular e de doenças crônicas não transmissíveis. Dos 131 indivíduos avaliados, 68,7% eram mulheres. A média de peso, altura e circunferência da cintura foi mais alta nos homens, mas o IMC médio foi maior nas mulheres. Observou-se a predominância de sobrepeso em ambos os sexos, com percentual maior nas mulheres (51,11%). Com o aumento da idade, observa-se um aumento da prevalência do baixo peso, tanto nos homens quanto nas mulheres. Encontrou-se 78,86% de idosos com circunferência da cintura inadequada, apresentando risco para o desenvolvimento de doença cardiovascular. A hipertensão arterial sistêmica mostrou-se como a doença mais prevalente (70,99%), seguida por Diabetes Mellitus (24,43%) e dislipidemia (20,61%). Devem ser desenvolvidas estratégias que retardem a evolução das doenças, a fim de proporcionar melhor qualidade de vida aos idosos, com autonomia e independência. Opções para melhorar essas situações são programas de educação nutricional continuada, estímulo por parte da equipe de saúde e dos familiares à prática de atividade física pelo idoso, sempre mantendo o monitoramento do perfil nutricional.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/37214
Arquivos Descrição Formato
000820570.pdf (667.6Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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