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Aplicação das membranas na área médica – órgãos artificiais

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Aplicação das membranas na área médica – órgãos artificiais

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Título Aplicação das membranas na área médica – órgãos artificiais
Autor Nunes, Nathália Dal Piaz
Orientador Tessaro, Isabel Cristina
Co-orientador Baldasso, Camila
Data 2011
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Curso de Engenharia Química.
Assunto Engenharia química
Resumo O processo de separação por membranas (PSM) está difundido nas mais diversas áreas da indústria, e na área médica, especialmente em procedimentos de diálise, encontra aplicação em potencial. Os dispositivos compostos por membranas são essenciais para salvar vidas, neste trabalho foi discutida a evolução das pesquisas em três aplicações: hemodiálise, oxigenação sanguínea e na engenharia de tecidos. O processo de diálise se baseia na separação de duas soluções de concentrações diferentes, através de uma membrana semipermeável. Na hemodiálise a diferença de concentração entre o sangue e a solução de diálise permite que pequenas moléculas, tais como água, ureia, creatinina e glicose, passem através dos poros da membrana de diálise. As propriedades das membranas têm sido alvos de estudos nos últimos anos. Pesquisadores tentam entender o papel da sua biocompatibilidade durante os procedimentos. Também, buscam o desenvolvimento e aprimoramento das membranas sintéticas para que, com o dispositivo tendo características semelhantes às do órgão natural, seja possível que os índices de morbidade e mortalidade dos pacientes que sofrem de doenças renais diminuam. Os oxigenadores sanguíneos são usados durante processos cirúrgicos quando o pulmão do paciente não pode funcionar normalmente e idealmente falando deve realizar as trocas gasosas de maneira eficiente sem danificar as propriedades do sangue. Com o desenvolvimento dos oxigenadores de membrana foi possível que o funcionamento do dispositivo se assemelhasse ao funcionamento do pulmão. A partir dos anos 2000, a busca é focada no projeto de equipamentos mais simples e com menor custo. A engenharia de tecidos originou-se através das cirurgias reconstrutivas, onde o tecido do doador é transplantado para recuperar a função do tecido danificado. Esses procedimentos enfrentam muitas dificuldades operacionais, tais como: rejeição do órgão, transmissão de patogênicos, bem como, o número escasso de doadores. A aplicação de tecidos autógenos surge como alternativa para solucionar esses obstáculos, principalmente em termos de rejeição e de dependência de doadores. Os transplantes de órgãos são tema de debate há anos, porém, a engenharia de tecido in vitro para reparar tecidos danificados in vivo ganhou destaque há apenas duas décadas e este tem sido o assunto de um grande número de pesquisas.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/38508
Arquivos Descrição Formato
000823875.pdf (1.976Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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