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Influência de uma e três séries do exercício supino nos marcadores indiretos de dano muscular

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Influência de uma e três séries do exercício supino nos marcadores indiretos de dano muscular

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Estatísticas

Título Influência de uma e três séries do exercício supino nos marcadores indiretos de dano muscular
Autor Ughini, Cristiano Cavedon
Orientador Pinto, Ronei Silveira
Data 2011
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física. Curso de Educação Física: Bacharelado.
Assunto Lesões
Treinamento de força
Resumo A ultra-sonografia (US) tem sido frequentemente utilizada para verificar o dano muscular causado por diferentes tipos de exercícios, todavia nenhum estudo encontrado até o presente momento utilizou a comparação de metodologias que realizassem movimentos iguais ou semelhantes aos do exercício supino. Assim sendo, o objetivo do presente estudo foi avaliar a influência de uma e três séries do exercício supino nos marcadores indiretos de dano muscular em sujeitos destreinados em força. Para isso foram recrutados 8 jovens destreinados em força que realizaram uma e três séries do exercício supino e que tiveram avaliados sua contração isométrica voluntária máxima (CIVM), echo-intensity, espessura muscular (EM), dor muscular tardia (DMT) e amplitude de movimento (ADM) nos 3 dias subsequentes ao protocolo de exercício. Devido ao pequeno “n” amostral, até o presente momento, não foi utilizada estatística inferencial para verificar se há diferença significativa entre as condições. No entanto é possível observar que a maioria dos resultados encontrados parece diferenciar-se entre séries simples e múltiplas após a realização do exercício supino. Consequentemente as séries múltiplas tendem a afetar mais o processo inflamatório e a síntese protéica, mostrando que o tempo de recuperação entre os dois diferentes protocolos parece ser diferente devido à diferença de volume de treino. Esses resultados sugerem uma maior atenção aos períodos de recuperação entre uma sessão e outra do treinamento de força, sobretudo no período inicial do programa de treinamento. Contudo, conclusões ainda não devem ser feitas no intuito de comparar as diferentes situações, uma vez que não foram feitos testes estatísticos inferências. Sendo assim, continuaremos com o desenvolvimento desse estudo até que a amostra calculada de 15 indivíduos seja completada, testes inferenciais sejam utilizados e conclusões referentes a comparação das situações possam ser adequadamente realizadas.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/39157
Arquivos Descrição Formato
000825826.pdf (882.8Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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