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A contação de histórias na construção de autoria : papel & parceria

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A contação de histórias na construção de autoria : papel & parceria

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Título A contação de histórias na construção de autoria : papel & parceria
Autor Campos, Fernanda Rodrigues
Orientador Tettamanzy, Ana Lúcia Liberato
Data 2011
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Letras. Curso de Letras: Licenciatura.
Assunto Aprendizagem
Contação de histórias
Oralidade
[en] Body
[en] Gesture
[en] Orality
[en] Performance
[en] Storytelling
[en] Voice
Resumo Este trabalho aborda a contação de histórias na sala de aula como possível promotora de aprendizagem e enquanto uma aprendizagem em si. A contação de histórias permite a interação entre contador e ouvintes, já que contar histórias é uma ação que depende da relação entre os interlocutores. Quando todos os envolvidos na contação de histórias deixam sua imaginação ser conduzida pelas histórias, o ato de criação se realiza; cria-se à qualidade de rito, pois há a partilha de experiências, o viver e reviver delas e uma união temporária de mentes desejosas de participar do mesmo processo, este que transporta para outro lugar e para outro tempo. A contação se completa quando o público e o contador são atingidos/atravessados, quando esses dois momentos coincidem há um encontro único, que é uma condição de toda aprendizagem e fundamental para torná-la significativa. Para mostrar isso parte-se da análise de um questionário semiestruturado aplicado a professoras da educação pública sob o auxílio teórico de Bruno Bethelhein (2007) para falar sobre a possibilidade terapêutica da contação, de Maria de Lourdes Patrini (2005) para falar sobre o ofício do contador de histórias e de Nelly Novaes Coelho (2008) falando do desenvolvimento das histórias e sua contação.
Abstract The present work adresses storytelling in the classroom as a possible originator of learning, as well as a form of learning itself. The storytelling allows the interaction between teller and hearer, since telling a story is an act that depends on the relation between interlocutors. When all involved in storytelling let their imagination be guided by the stories, the act of creation is stabilished; it's created as a form of rite, because there is the sharing of experiences, their living and reliving and a temporary communion of minds who want to take part in the same process which transports to another place and another time. The storytelling completes itself when the public and the teller are affected/permeated by it; when both moments coincide there's an unique meeting, which is a condition for every learning process and fundamental to make it significant. To show this the work starts from the analysis of a semi-structured questionnaire applied to teachers in public education under the theoretical orientation of Bruno Bethelhein (2007) to address the therapeutic possibility of storytelling, of Maria de Lourdes Patrini (2005) to address the profession of the storyteller and of Nelly Novaes Coelho (2008) addressing the evolution of stories and storytelling.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/39430
Arquivos Descrição Formato
000824068.pdf (499.7Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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