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Ausência de associação entre polimorfismos no gene do receptor 1B de serotonina (HTR1B) e o transtorno de déficit de atenção/ hiperatividade em adultos

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Ausência de associação entre polimorfismos no gene do receptor 1B de serotonina (HTR1B) e o transtorno de déficit de atenção/ hiperatividade em adultos

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Título Ausência de associação entre polimorfismos no gene do receptor 1B de serotonina (HTR1B) e o transtorno de déficit de atenção/ hiperatividade em adultos
Autor Lima, Leandro Leal de
Orientador Bau, Claiton Henrique Dotto
Co-orientador Contini, Veronica
Data 2011
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Curso de Ciências Biológicas: Bacharelado.
Assunto Transtorno da falta de atenção com hiperatividade
Resumo O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é bastante comum e caracteriza-se por sintomas acentuados de desatenção e/ou hiperatividade, que iniciam na infância e persistem na vida adulta na maioria dos casos. Sabe-se que alterações na quantidade de serotonina (5-HT) podem resultar em mudanças comportamentais em humanos, muitas vezes relacionadas com comportamentos impulsivos e agressivos. Entre os genes envolvidos na rota serotoninérgica, o gene do receptor de serotonina 1B (HTR1B) tem recebido uma atenção especial, pois estudos em modelos animais sem um receptor 1B revelaram várias características de comportamentos associadas com distúrbios psiquiátricos. Além disso, estudos de associação também têm revelado associações positivas entre polimorfismos no gene e transtornos externalizantes, tais como dependência de álcool e o TDAH. O presente estudo tem como objetivo investigar o papel dos polimorfismos mais relevantes do gene HTR1B (rs11568817, rs130058 e rs6296 e rs13212041) na predisposição genética ao TDAH em adultos. A amostra foi composta por 514 adultos com TDAH e 618 controles. Pacientes e controles não apresentaram diferenças estatisticamente significativas nas freqüências genotípicas e alélicas em nenhum dos polimorfismos. Também não foram encontradas diferenças significativas para as freqüências haplotípicas entre casos e controles. Concluindo, não encontramos em nosso estudo associações envolvendo o gene HTR1B e o TDAH em adultos.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/49243
Arquivos Descrição Formato
000835277.pdf (65.66Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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