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Relações filogenéticas das espécies do grupo de Amphisbaena darwini (Squamata: Amphisbaenidae) da ecorregião Savana Uruguaia com base em marcadores moleculares

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Relações filogenéticas das espécies do grupo de Amphisbaena darwini (Squamata: Amphisbaenidae) da ecorregião Savana Uruguaia com base em marcadores moleculares

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Título Relações filogenéticas das espécies do grupo de Amphisbaena darwini (Squamata: Amphisbaenidae) da ecorregião Savana Uruguaia com base em marcadores moleculares
Autor Eltz, Rodrigo Petry
Orientador Martins, Márcio Borges
Data 2011
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Curso de Ciências Biológicas: Bacharelado.
Assunto Amphisbaenia
Filogenia
Resumo Amphisbaenia é um grupo monofilético que contém seis famílias. As relações entre as espécies do grupo ainda são pouco conhecidas e a nomenclatura e taxonomia tem sido revistas recentemente. Dentro da família Amphisbaenidae há um suposto grupo de espécies associadas taxonomicamente à Amphisbaena darwini. Este complexo de espécies é composto por cerca de oito táxons, de relações incertas, que ocorrem do nordeste do Brasil até o Uruguai e Argentina e apresentam relativa simpatria, especialmente ao longo da Savana Uruguaia e o sul da Mata Atlântica. Essa associação de espécies foi proposta em um estudo anterior, baseada em alguns caracteres morfológicos, mas a proximidade filogenética entre estes táxons nunca foi testada. O presente estudo teve como objetivo elaborar uma hipótese de relacionamento das espécies do grupo de Amphisbaena darwini com as demais espécies de Amphisbaenia, avaliando se formam um agrupamento monofilético, utilizando-se dois marcadores do genoma mitocondrial: 16S e ND2. Devido à raridade de espécimes de anfisbenídeos em museus e a dificuldade na obtenção de tecidos, foram utilizadas no estudo apenas as quatro espécies relacionadas ao complexo que se distribuem ao longo da ecorregião Savana Uruguaia, das quais se dispunha de tecido. Foram recuperadas as relações filogenéticas através do método da Máxima Parcimônia (MP) e da inferência Bayesiana da filogenia, incluindo-se na análise 20 seqüências geradas no presente estudo e 32 obtidas do GenBank, das quais 21 correspondem a espécimes pertencentes ao complexo de A. darwini e 31 pertencente ao restante da família Amphisbaenidae e outras famílias de Amphisbaenia. Ambas as análises retomaram o complexo como sendo um grupo. As relações internas do complexo são confusas, indicando problemas com a taxonomia e diagnose das espécies relacionadas ao grupo.
Abstract Amphisbaenia is a monophyletic group which contains six families. The relations among the species within the group are scarcely known and their nomenclature and taxonomy had been revised recently. In the family Amphisbaenidae there is a putative group of species associated with Amphisbaena darwini which is represented by approximately eight taxa, with unclear relations, occurring from the Northeast region of Brazil throughout Argentina and Uruguay. Some of these species have relatively sympatric distributions, especially along the ecoregions Savana Uruguaia and Mata Atlântica. This association was proposed in a previous study based on a few morphological characters, although the phylogenetic proximity among these taxa has never been tested. The present study aimed to raise hypothesis about the way these species relate within the order Amphisbaenia and evaluate if they recover a monophyletic group trough using two mitochondrial molecular markers: 16S and ND2. Due to a rarity of amphisbaenids specimens at museums and the difficulty at obtaining tissue samples, We have chosen to include in the study only the four species of the complex that occur in the ecoregion Savana Uruguaia, from which tissue was available. We recovered the phylogenetic relations through the Maximum Parsimony method (MP) and through the Bayesian inference of phylogeny, including in the analysis 20 DNA sequence data generated in this study and 32 DNA sequence data obtained from GenBank, of which 21 correspond to species of the A. darwini complex and 31 belonging to the rest of the Amphisbaenidae family and other families of Amphisbaenia. Both analysis have shown that the group is monophyletic. The internal relations of the complex, however, are confused, indicating issues with the current taxonomy and species diagnosis within the group.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/49248
Arquivos Descrição Formato
000835450.pdf (1.499Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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