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Doença renal policística do adulto em pacientes atendidos nos serviços de hemodiálise de Porto Alegre

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Doença renal policística do adulto em pacientes atendidos nos serviços de hemodiálise de Porto Alegre

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Título Doença renal policística do adulto em pacientes atendidos nos serviços de hemodiálise de Porto Alegre
Autor Nunes, Ane Claudia Fernandes
Orientador Barros, Elvino José Guardão
Co-orientador Roisenberg, Israel
Data 2002
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Medicina : Nefrologia.
Assunto Diálise renal
Porto Alegre (RS)
Rim policístico : Epidemiologia
Resumo A doença renal policística do adulto (autossômica dominante) é a nefropatia genética mais comum, atingindo aproximadamente 1 em cada 800 indivíduos da população em geral. Três proteínas têm sido associadas com a etiologia dessa doença: policistina-1, policistina-2 e policistina-3. As policistinas são codificadas por três genes independentes localizados em cromossomos distintos: PKD1 (16p13.3), PKD2 (4q21-23) e PKD3 (10q24). Entre 5% e 10% dos pacientes que fazem tratamento dialítico tem rins policísticos. Nesse estudo avaliamos a prevalência de pacientes com diagnóstico de doença renal policística do adulto em 15 serviços de hemodiálise localizados na cidade de Porto Alegre. Nossa amostra foi constituída por 975 indivíduos, desses 74 (7,6%) pacientes tinham rins policísticos. A amostra é composta predominantemente de caucasóides (85,7%), sem diferença entre os dois grupos com relação a distribuição sexual. A idade do início do tratamento foi menor entre os homens (p<0,001). A hipertensão arterial sistêmica foi encontrada em 49,3% dos pacientes com diagnóstico de doença renal policística do adulto. Dados bioquímicos mostraram-se diferentes entre os dois grupos: a creatinina (p<0,0001), o fósforo (p<0,004) e o potássio (p<0,009) são mais elevados nos pacientes com rins policísticos. Considerando que a doença renal policística permanece pouco conhecida em nosso meio, novos dados epidemiológicos, clínicos, bioquímicos e/ou moleculares, devem ser adicionados ao estudo visando uma melhor compreensão dessa doença.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/4933
Arquivos Descrição Formato
000462008.pdf (213.6Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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