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Efeito da terapia diurética na capacidade de exercício em pacientes com angina estável e função ventricular esquerda preservada

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Efeito da terapia diurética na capacidade de exercício em pacientes com angina estável e função ventricular esquerda preservada

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Título Efeito da terapia diurética na capacidade de exercício em pacientes com angina estável e função ventricular esquerda preservada
Autor Finimundi, Helius Carlos
Orientador Caramori, Carlos Roberto Avancini
Co-orientador Parker, John
Data 2004
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Medicina : Cardiologia e Ciências Cardiovasculares.
Assunto Cardiologia
Diuréticos : Uso terapêutico
Exercício
Funcao ventricular esquerda
Resumo As alternativas terapêuticas, atualmente oferecidas para o tratamento da cardiopatia isquêmica, concentram-se na abordagem das propriedades da vasculatura coronariana e seus elementos circulatórios. Dentre essas, incluem-se drogas que inibem o desenvolvimento da aterosclerose, estabilizam as lesões pré-existentes, drogas que reduzem a trombose intracoronaria, diminuem o consumo de oxigênio pelo miocárdio e intervenções que restabelecem o fluxo coronariano. No entanto, esse arsenal terapêutico se torna deficiente, em relação aos agentes cardioprotetores diretos, que têm como alvo o metabolismo das células miocárdicas. Novas terapias têm sido propostas, para diminuir a repercussão celular da isquemia, protegendo as células miocárdica das conseqüências prejudiciais do fenômeno da reperfusão, ou lesão de reperfusão, desencadeada principalmente pela ativação da glicoproteina trocadora de Na+/H+ (NHE). Essa glicoproteína tem como principal função manter a estabilidade do pH das células miocárdicas durante a isquemia, podendo de forma paradoxal precipitar necrose celular durante a reperfusão, através do acúmulo de cálcio intracelular. Dos agentes cardioprotetores com capacidade de inibir a NHE, a amilorida foi a primeira droga que mostrou essa propriedade. Recentemente, outras mais potentes surgiram, como cariporide, eniporide e zoniporide, atualmente sendo avaliadas através de ensaios clínicos. Nesta revisão, analisaremos os mecanismos envolvidos na lesão de reperfusão a nível celular e a participação da inibição NHE na proteção miocárdica. Também, revisaremos os principais estudos clínicos envolvendo os inibidores da NHE-1 e sua aplicabilidade potencial.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/5493
Arquivos Descrição Formato
000516074.pdf (228.9Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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