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Associação entre variáveis sócio-demográficas e clínicas e os preditores para o autocuidado em pacientes com insuficiência cardíaca acompanhados por seis meses com visita domiciliar

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Associação entre variáveis sócio-demográficas e clínicas e os preditores para o autocuidado em pacientes com insuficiência cardíaca acompanhados por seis meses com visita domiciliar

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Título Associação entre variáveis sócio-demográficas e clínicas e os preditores para o autocuidado em pacientes com insuficiência cardíaca acompanhados por seis meses com visita domiciliar
Autor Trojahn, Melina Maria
Orientador Silva, Eneida Rejane Rabelo da
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Enfermagem. Curso de Enfermagem.
Assunto Autocuidado
Insuficiência cardíaca
Visita domiciliar
Resumo Introdução: A visita domiciliar (VD) para pacientes com insuficiência cardíaca (IC) é uma abordagem que inclui educação sobre a doença, adesão ao tratamento e desenvolvimento de habilidades para o autocuidado (AC). A prática do AC pelos pacientes com IC tem sido demonstrada em grandes estudos como fator determinante na redução de crises de descompensação e consequente re-hospitalizações. A identificação de preditores para o AC faz com que as orientações sejam direcionadas e individualizadas. No Brasil a identificação desses preditores é inexplorada. Objetivos: Analisar a associação entre variáveis sócio-demográficas e clínicas e os preditores para o autocuidado em pacientes com IC acompanhados em um seguimento de seis meses. Métodos: Trata-se de uma coorte aninhada a um ensaio clínico randomizado em andamento que incluiu 253 pacientes e que compara o acompanhamento domiciliar com o acompanhamento convencional após a alta de pacientes admitidos por IC descompensada. Foram incluídos pacientes com IC, fração de ejeção ≤ 45%, que estavam internados em duas instituições de referência, Porto Alegre, RS. No grupo intervenção (GI) foram realizadas quatro visitas domiciliares (VD) por enfermeiras durante seis meses, o grupo controle (GC) recebeu acompanhamento convencional das instituições que não incluiu as visitas. O desfecho avaliado foi o escore do AC após seis meses da inclusão no projeto, verificado por meio da European Heart Failure Self Care Behaviour Scale, validada para uso no Brasil. As associações e a análise multivariada incluíram oito variáveis: idade, sexo, escolaridade, ter recebido a intervenção, suporte social, comorbidades, gravidade dos sintomas (classe funcional da New York Heart Association) e renda. Resultados: Preliminarmente, 155 pacientes concluíram o estudo. Houve associação entre melhor AC para pacientes com mais anos de estudos e menos comorbidades, p=0,02 e p=0,006, respectivamente. Na análise das oito variáveis, apenas ter recebido a intervenção foi preditor para o AC, p< 0,001.Na análise com sete variáveis para o AC, sem a intervenção no modelo, apenas o menor número de comorbidades foi preditor para o AC, p=0,02. Conclusão: É possível inferir que há associação entre melhor AC e acompanhamento domiciliar, mais anos de estudos e menos comorbidades. Além disso, no modelo de regressão com oito variáveis estar no GI foi preditor de melhor AC e quando a intervenção não estava nesse modelo, menos comorbidades foi melhor preditor de AC. Tais práticas visam reduzir os episódios de descompensação da IC, tornando o paciente sujeito ativo do seu tratamento.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/55307
Arquivos Descrição Formato
000857134.pdf (636.6Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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