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“Como eu vou aprovar o aluno se ele não está alfabetizado?” : um estudo sobre a progressão continuada do 1º ao 2º ano do ensino fundamental

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“Como eu vou aprovar o aluno se ele não está alfabetizado?” : um estudo sobre a progressão continuada do 1º ao 2º ano do ensino fundamental

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Título “Como eu vou aprovar o aluno se ele não está alfabetizado?” : um estudo sobre a progressão continuada do 1º ao 2º ano do ensino fundamental
Autor Garcias, Laiana Orozco
Orientador Piccoli, Luciana
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Curso de Pedagogia: Licenciatura.
Assunto Alfabetização
Aprendizagem
Classe de aceleração
Ensino fundamental
Resumo O estudo discute como a progressão continuada está sendo implementada em uma escola pública estadual localizada em Porto Alegre. Tem como objetivo identificar e analisar as estratégias didáticas utilizadas pelas professoras no processo de alfabetização dos alunos que estão no 2º ano do Ensino Fundamental, mas não atingiram os objetivos previstos para o 1º ano. Para tanto, foi realizada uma pesquisa qualitativa que utilizou alguns procedimentos da etnografia: observações em duas turmas de 2º ano para acompanhar o trabalho pedagógico das professoras em relação a três alunos ainda não alfabetizados e entrevistas com as professoras e a supervisora da escola. Também foram propostas duas avaliações focalizando o processo de escrita desses alunos. Como referencial teórico, destacam-se estudos na área da alfabetização, dos processos de ensino e aprendizagem e da formação docente. A partir dos dados gerados, foi possível observar que as professoras centram sua prática pedagógica na escrita como cópia e utilizam um grande número de folhas de sistematização. Nas análises, as estratégias didáticas foram agrupadas em dois eixos: estratégias em relação ao controle do tempo e do espaço e estratégias em relação aos erros dos alunos. Verificou-se que os avanços no processo de alfabetização foram significativamente mais expressivos para o aluno da professora que exercia maior controle do uso do tempo e do espaço e que realizava distintas intervenções, com foco linguístico, em relação aos erros por ele cometidos. Destaca-se, ainda, o papel que as professoras atribuem à família, à imaturidade e aos aspectos emocionais na justificativa para a não aprendizagem dos alunos.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/56373
Arquivos Descrição Formato
000859386.pdf (3.717Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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