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Atividade lúdica no momento da avaliação : contribui ou não para o aprendizado do aluno?

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Atividade lúdica no momento da avaliação : contribui ou não para o aprendizado do aluno?

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Título Atividade lúdica no momento da avaliação : contribui ou não para o aprendizado do aluno?
Autor Morrone, Maurilio da Silva
Orientador Kindel, Eunice Aita Isaia
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Curso de Ciências Biológicas: Licenciatura.
Assunto Técnicas de ensino
Resumo Parece haver um consenso acerca da importância de brincadeiras e jogos no cotidiano da criança, além de que tais atividades são extremamente importantes para o desenvolvimento cognitivo e social da mesma. Não obstante, esses momentos, na maioria das vezes, estão muito segregados das atividades escolares diárias dos alunos. No caso de uma sala de aula, o aluno é constantemente cobrado pelo docente a separar a hora da brincadeira da hora de aprender. Docentes, ao serem questionados sobre a importância do brincar em sala de aula, concordam com sua essencialidade e citam que sempre que possível usam brincadeiras em seus planos de aula. Entretanto, na hora de avaliar abdicam de tal posição e afirmam que a avaliação é um momento deveras sério e decisivo para a execução de atividades lúdicas vinculadas a ela, sendo complicado relacionar o brincar com o “medir conhecimento”. A literatura da área cita que a relação entre brincar, aprender e ensinar cabe ser estabelecida, e que isso pode ocorrer quando o objetivo pedagógico, os aspectos gerais da atividade lúdica e os anseios do aluno se sobrepõem. Com isso, o objetivo desse estudo foi investigar se as atividades lúdicas são utilizadas e bem aceitas por docentes e discentes de duas escolas de Porto Alegre quando relacionadas com o ensino/aprendizado na escola, e se elas são/seriam uma boa contribuição para os momentos avaliativos. Os resultados mostram que alunos e professores concordam com a importância do jogar e do brincar durante a infância e argumentam com clareza que o brincar está relacionado ao aprendizado. Ademais, os docentes (de uma forma geral) não tendem a relacionar o lúdico com a sala de aula, muito menos ainda com a avaliação. Apenas um dos cinco realmente usa a brincadeira como instrumento de ensino; ainda: os que usam, usam muito pouco. Aqui são discutidos os principais motivos dessa separação feita pelos professores e também os anseios por novos métodos avaliativos.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/60563
Arquivos Descrição Formato
000862742.pdf (365.2Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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