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Descrição osteológica de materiais pós-cranianos de dois cinodontes não-mamalianos do meso/neotriássico (formação santa maria, bacia do paraná) do Rio Grande do Sul, Brasil

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Descrição osteológica de materiais pós-cranianos de dois cinodontes não-mamalianos do meso/neotriássico (formação santa maria, bacia do paraná) do Rio Grande do Sul, Brasil

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Título Descrição osteológica de materiais pós-cranianos de dois cinodontes não-mamalianos do meso/neotriássico (formação santa maria, bacia do paraná) do Rio Grande do Sul, Brasil
Autor Oliveira, Téo Veiga de
Orientador Schultz, Cesar Leandro
Co-orientador Soares, Marina Bento
Data 2006
Nível Mestrado
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Geociências. Programa de Pós-Graduação em Geociências.
Assunto Cinodontes não-mamalianos
Esqueleto pós-craniano
Resumo Na presente dissertação, foram descritos materiais pós-cranianos de dois cinodontes não-mamalianos (Therapsida, Cynodontia) do Triássico sul-rio-grandense (Bacia do Paraná, Formação Santa Maria). Os espécimes descritos (UFRGS PV-0146-T, um chiniquodontídeo, e UFRGS PV-0715-T, um traversodontídeo) representam ramos distintos na evolução dos cinodontes (Probainognathia e Cynognathia, com os chiniquodontídeos pertencendo ao primeiro grupo e estando mais intimamente relacionados ao surgimento dos mamíferos). A comparação entre estes dois espécimes e os cinodontes já descritos na literatura não mostrou a presença de nenhum padrão que pudesse ser aplicado ao esqueleto pós-craniano das duas linhagens por eles representadas. Por vezes, o chiniquodontídeo mostrou similaridades anatômicas com táxons de Cynognathia e o traversodontídeo apresentou aspectos mais similares aos Probainognathia. O fato de os dois espécimes estudados apresentarem semelhanças morfológicas com táxons filogeneticamente não muito próximos e diferenças em relação à táxons mais estreitamente vinculados indica a ocorrência de inúmeras homoplasias na evolução dos cinodontes e mostra que a interpretação das relações filogenéticas entre estes animais (e sua implicação mais significativa, a que diz respeito ao surgimento e à evolução dos mamíferos) deve ser tratada com extremo cuidado, uma vez que homoplasias certamente ocorrem também no esqueleto sincraniano e na dentição, nos quais estão baseadas as hipóteses filogenéticas mais usuais.
Tipo Dissertação
URI http://hdl.handle.net/10183/6186
Arquivos Descrição Formato
000526577.pdf (11.07Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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