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Risco geotécnico de encostas ocupadas : avaliação e indicação de soluções para mitigar problemas na Vila Graciliano Ramos em Porto Alegre

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Risco geotécnico de encostas ocupadas : avaliação e indicação de soluções para mitigar problemas na Vila Graciliano Ramos em Porto Alegre

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Título Risco geotécnico de encostas ocupadas : avaliação e indicação de soluções para mitigar problemas na Vila Graciliano Ramos em Porto Alegre
Autor Rizzon, Matheus Miotto
Orientador Bressani, Luiz Antônio
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Engenharia. Curso de Engenharia Civil.
Assunto Engenharia civil
Resumo Este trabalho aborda as condições geotécnicas em que se encontra a vila Graciliano Ramos, situada no bairro cascata, município de Porto Alegre, estado do Rio Grande do Sul. O local constitui uma ocupação irregular, situada em uma encosta, onde estão instaladas moradias de população de baixa renda. Esses fatores constituem um cenário de preocupação acerca da segurança da comunidade. A pesquisa bibliográfica aponta diversos motivos e razões que levam esse cenário a essa situação preocupante, como a falta de infraestrutura básica nas casas, ocupação desordenada, execução de obras sem controle nem fiscalização, ou seja, um ambiente propício a fatalidades. Para avaliar o risco em que se encontra a encosta, foram adotados os critérios de avaliação desenvolvidos pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) juntamente com o Ministério das Cidades, que levam em conta diversos fatores a serem observados no levantamento. Esse sistema já vem sendo adotado por diversos municípios no País, assim sendo, é um meio fácil e eficiente de disseminar as informações obtidas. A encosta foi inicialmente dividida em duas grandes áreas, A e B, que eram bastante distintas em termos de infraestrutura. A área B, mais ao topo da encosta, é a área mais precária e mais vulnerável. A área A, na parte mais baixa, tratava-se de uma região que já sofreu intervenções de caráter urbanístico (pavimentação de acessos, construção de muros de contenção, drenagem, etc.) por parte do governo municipal. Na área B foram encontrados diversos agravantes, com inclinações de taludes excessivas, falta de drenagem pluvial e cloacal, paredões rochosos, que levaram a classificá-la como Risco Alto (R3). A área A foi dividida em três setores (1, 2 e 3) de acordo com a similaridade de perigos e vulnerabilidades. Os setor 1 foi enquadrado como Risco Médio (R2) devido aos taludes inclinados e falta de drenagem. O setor 2 foi caracterizado como Risco Baixo (R1) devido aos taludes inclinados próximos aos acessos. O setor em pior estado observado é o 3, onde haviam erosões, muros mal executados, além de taludes com inclinações perigosas, ainda assim, enquadrando-se como Risco Médio (R2). Dadas às condições de perigo e vulnerabilidades existentes, sugestões foram propostas para cada área. As sugestões possuem características apropriadas ao tipo de comunidade existente na área, ou seja, soluções com custo baixo e com características adequadas para esse modelo de ocupação.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/65435
Arquivos Descrição Formato
000864017.pdf (3.369Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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