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“Sindicato somos nós, organizados na fábrica”: o “novo sindicalismo” no Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas (RS) e o caso da greve na Coemsa (1983)

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“Sindicato somos nós, organizados na fábrica”: o “novo sindicalismo” no Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas (RS) e o caso da greve na Coemsa (1983)

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Título “Sindicato somos nós, organizados na fábrica”: o “novo sindicalismo” no Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas (RS) e o caso da greve na Coemsa (1983)
Autor Nunes, Simone Aparecida
Orientador Grijó, Luiz Alberto
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Curso de História: Bacharelado.
Assunto Canoas (RS)
Movimentos sociais
Sindicato dos Metalúrgicos do Rio Grande do Sul.
Sindicatos
[es] Des syndicats
[es] Les années 1980
[es] Mouvements sociaux
[es] Syndicat des métallos
Resumo O “novo sindicalismo” foi a expressão dos trabalhadores no contexto final da ditadura civil-militar no Brasil. A partir de 1978, quando este movimento social emerge na região do ABC Paulista (SP), as manifestações sociais expressas através de greves e paralisações vão fazer parte da rotina de trabalho de muitos trabalhadores pelo país. O “novo sindicalismo” requeria uma nova forma de ação dentro dos sindicatos, sendo através deles a sua linha de ação. Desta forma, foram criadas as comissões de fábrica, que passaram a entender os problemas dos trabalhadores dentro dos seus locais de trabalho. O “novo sindicalismo” se espalha pelo Brasil e como não poderia ser diferente, chega ao Rio Grande do Sul, ditando também por aqui novas formas de enfrentamento entre os trabalhadores, seus patrões e o governo. Canoas é tomada como estudo de caso, pois esta cidade, tal como a região do ABC Paulista, constituía um polo industrial muito importante, a ponto de ensejar aí o desenvolvimento de um sindicato metalúrgico bastante atuante e, principalmente, a greve na empresa Coemsa, precursora de outros movimentos grevistas na cidade, durante a década de 1980.
Resumen Le “nouveau syndicalisme” a été l'expression des travailleurs dans le contexte de la dictature civile-militaire au Brésil. A partir de 1978, quand ce mouvement social émerge dans la région de l'ABC Paulista (SP), les manifestations sociales exprimées à travers des grèves et arrêt de travail feront partie de la routine de plusieurs travailleurs dans tout le pays. Le “nouveau syndicalisme” demandait une nouvelle forme d'action dans les syndicats et à travers eux sa ligne d'action. De cette façon on a créé les comités d'usine qui dès lors, comprennent les problèmes des travailleurs dans leurs lieux de travail. Le “nouveau syndicalisme” se propage partout au Brésil et comme ne pouvait pas être autrement, arrive au Rio Grande do Sul, et dicte, également ici, des nouvelles formes d'affrontement entre les travailleurs, leurs patrons et le gouvernement. Canoas est prise comme un étude de cas parce que cette ville, comme la grande région de l'ABC, constituait un pôle industriel très important et digne de composer un Syndicat des Métallos très actif et, surtout, déclancher la grève à la compagnie Coemsa, précurseur d'autres mouvements grévistes dans la ville, au cours de la décennie de 1980.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/66972
Arquivos Descrição Formato
000869632.pdf (729.5Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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