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Efeitos comportamentais e farmacológicos da administração de insulina intracerebroventricular (icv) em ratos jovens e velhos

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Efeitos comportamentais e farmacológicos da administração de insulina intracerebroventricular (icv) em ratos jovens e velhos

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Título Efeitos comportamentais e farmacológicos da administração de insulina intracerebroventricular (icv) em ratos jovens e velhos
Autor Haas, Clarissa Branco
Orientador Portela, Luis Valmor Cruz
Co-orientador Müller, Alexandre Pastoris
Data 2010
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Farmácia. Curso de Farmácia.
Assunto Envelhecimento
Insulina : Administração e dosagem
Modelos animais : Ratos wistar
Resumo O envelhecimento está associado a alterações no Sistema Nervoso Central (SNC). Processos de apoptose e neurogênese têm sido elementos chaves no estudo do envelhecimento. Pouco se sabe sobre os efeitos da insulina em relação a esses e outros processos cerebrais. Estudos demonstram que a insulina exerce funções modulatórias e neurotróficas no cérebro e a diminuição de suas ações e sinalização cerebral está presente no processo de envelhecimento e têm sido associada ao surgimento de doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer e outras demências. Nesse estudo foram utilizados ratos Wistar jovens (4-5 meses de idade, n=13) e velhos (22-26 meses de idade, n=11), tratados com 20 mU de insulina ou salina intracerebroventricular (icv) uma vez ao dia durante cinco dias. Foram avaliadas a locomoção espontânea (campo aberto) e a memória espacial (labirinto aquático de Morris). Além disso, foram investigados os efeitos farmacológicos da insulina, avaliando alterações neuronais, gliais e nucleares por imunohistoquímica em sub-regiões hipocampais (CA1, CA3 e Giro Denteado), e o imunoconteúdo da proteína poly ADPribose polymerase (PARP) por Western Blotting em homogeneizados de hipocampo. Os resultados demonstram que o tratamento com insulina icv melhorou a memória espacial somente nos animais jovens. O envelhecimento diminuiu a intensidade de fluorescência do marcador neuronal (NeuN) nas três sub – regiões do hipocampo analisadas, CA1, CA3 e GD e mostrou aumentar a fluorescência do marcador de glia (GFAP) na sub-região CA3. O tratamento com insulina icv foi capaz de aumentar a fluorescência de NeuN em ratos jovens e velhos nas sub-regiões CA1 e GD do hipocampo. O imunoconteúdo da proteína PARP foi diminuído, em ratos velhos, na presença de insulina, indicando uma provável inibição de morte neuronal por apoptose. Assim, os dados sugerem uma diminuição das ações da insulina em algumas sub-regiões hipocampais de animais velhos e isto se reflete na perda do efeito benéfico na cognição ocorrida em animais jovens. Essa diminuição tem sido proposta como uma resistência cerebral à insulina e poderia contribuir para o desenvolvimento de doenças cerebrais associadas ao envelhecimento.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/70087
Arquivos Descrição Formato
000777566.pdf (4.109Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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