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Ações de saúde mental desenvolvidas por profissionais de saúde no contexto da atenção básica

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Ações de saúde mental desenvolvidas por profissionais de saúde no contexto da atenção básica

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Título Ações de saúde mental desenvolvidas por profissionais de saúde no contexto da atenção básica
Autor Magalhães, Veronica de Campos
Orientador Pinho, Leandro Barbosa de
Data 2012
Nível Especialização
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Educação. Especialização Educação em Saúde Mental Coletiva.
Assunto Centro de atenção psicossocial
Cidade
Cotidiano
Reabilitação psicossocial
Saúde coletiva
Terapia ocupacional
Resumo Este estudo tem como objetivo conhecer as ações de saúde mental desenvolvidas por profissionais de saúde, no contexto da atenção básica. Trata-se de um estudo qualitativo, desenvolvido em uma Unidade de Estratégia de Saúde da Família do Município de Sapucaia do Sul-RS. A coleta de dados se deu por meio de entrevista semi-estruturada, aplicadas a quatro profissionais, conforme critérios previamente estabelecidos. Após a transcrição dos dados e de sucessivas leituras, identificou-se as seguintes temáticas: as ações em saúde mental desenvolvidas na ESF e as dificuldades enfrentadas pelos profissionais para trabalhar com saúde mental na ESF. Identificou-se que as principais ações de cuidado em saúde mental na atenção básica se estruturam a partir do acolhimento e do vínculo com usuários e famílias, seguindo-se de seus desdobramentos. São tecnologias que permitem ao trabalhador conhecer melhor o território onde vive o sujeito. Isso também ajuda no conhecimento mais íntimo do problema enfrentado pelo usuário, suas demandas e necessidades de cuidado. Sobre as dificuldades, os trabalhadores apontaram as incertezas sobre o cotidiano do trabalho em saúde mental na ESF e os obstáculos de acesso aos serviços especializados. Para eles, ainda não fica claro qual é o papel do trabalhador no atendimento em saúde mental na ESF, o qual depende, muitas vezes, da opinião médica para dar direcionamentos mais precisos. No que diz respeito à dificuldade de acesso ao CAPS, revelam que há uma demanda reprimida que não consegue atendimento no serviço, além da falta de apoio especializado para o atendimento às demandas de saúde mental das pessoas na comunidade. Nesse sentido, o CAPS, como potencial estratégico do processo de reforma psiquiátrica no território, se afasta da comunidade ao invés de aproximar-se. Espera-se que o estudo possibilite repensar processos de trabalho não apenas na ESF, mas também incentivando a rede como espaço produtor de novas perspectivas e caminhos de cuidado às pessoas com sofrimento psíquico.
Tipo Trabalho de conclusão de especialização
URI http://hdl.handle.net/10183/70211
Arquivos Descrição Formato
000875744.pdf (278.3Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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