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Racial tension in post-apartheid South Africa : a reading of Disgrace

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Racial tension in post-apartheid South Africa : a reading of Disgrace

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Título Racial tension in post-apartheid South Africa : a reading of Disgrace
Autor Mattos, Maria Teresa Segarra Costaguta
Orientador Garcia, Rosalia Angelita Neumann
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Letras. Curso de Letras: Licenciatura.
Assunto Coetzee, J.M., 1940-
Literatura sul-africana
Pós-colonialismo
[en] Coetzee
[en] Disgrace
[en] Postcolonialism
[en] South african literature
Resumo O presente trabalho tem como objetivo analisar a tensão racial em Disgrace, livro mais controverso de J.M Coetzee,e verificar se seus detratores estão corretos em suas acusações de racismo. Publicado em 1999, a obra provocou uma discussão mundial sobre racismo devido à sua representação literária da tensão racial na África do Sul após o fim do apartheid. Examinamos o contexto histórico da África do Sul, cujas disputas iniciais entre os colonizadores Europeus brancos e os habitantes nativos do Cabo podem ter influenciado o discurso racial contemporâneo e a polêmica que Disgrace suscitou, inclusive no Congresso Nacional Africano. Também discutimos de que forma a ética da leitura de Coetzee e seu posicionamento político manifestam-se através de suas obras e da tensão racial construída em Disgrace. Apesar de sua perspectiva sombria acerca das relações inter-raciais na África do Sul pós-apartheid, evidências mostram que Disgrace não possui um tom racista, em função do tempo e espaço onde se situa a obra.
Abstract This work aims at providing an analysis of how race is depicted on J.M Coetzee’s most controversial book, Disgrace and whether the detractors of the novel stand correct in their accusations of the novel’s racist views. Published in 1999, the book provoked a worldwide discussion on racism due to its literary representation of racial tension in post-apartheid South Africa. This work examines the historical background of South Africa, with its early land disputes between white European colonizers and the native inhabitants of the Cape, and how such events may have influenced contemporary racial discourse in Coetzee’ book, and the reaction it garnered, even from the African National Congress. It also presents the ways in which Coetzee’s ethics of reading and his political position manifest throughout his body of work and the racial tension built up in Disgrace. Despite its bleak views on racial relations in post-apartheid South Africa, evidences show that Disgrace does not carry a racist tone, given the time and place of the novel.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/70626
Arquivos Descrição Formato
000877988.pdf (761.8Kb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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