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Que gramática do protuguês brasileiro usar no ensino de português como língua adicional?

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Que gramática do protuguês brasileiro usar no ensino de português como língua adicional?

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Título Que gramática do protuguês brasileiro usar no ensino de português como língua adicional?
Autor Pabst, Luiza Ujvari
Orientador Othero, Gabriel de Ávila
Data 2012
Nível Graduação
Instituição Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Letras. Curso de Letras: Licenciatura.
Assunto Gramática
Lingua portuguesa (lingua estrangeira)
Variação lingüística
[en] Grammar
[en] Linguistic variation
[en] Portuguese as an additional language teaching
Resumo Considerando o grande crescimento econômico do Brasil e a atração de olhares para o país, que hoje se configura como uma economia emergente, cheia de potenciais e oportunidades, e a consequente expansão do ensino de português como língua adicional (PLA) no mundo, é necessário pensar de forma mais criteriosa sobre o ensino de português que é oferecido para estrangeiros no Brasil. Assim, várias questões ainda sem resposta surgem constantemente para os professores brasileiros de PLA, como a questão da variação linguística (muito presente no Brasil), ponto central nas mais diversas discussões sobre o ensino de línguas. Sendo assim, após discorrer brevemente sobre o português brasileiro (PB), a norma culta no Brasil e o ensino de PLA no país, analiso dois livros didáticos de PLA (Novo Avenida Brasil, 2010, e Muito Prazer, 2008) e duas gramáticas de PB (PERINI, 2010 e BAGNO, 2012) em três pontos gramaticais polêmicos para o ensino (a concordância nominal, o uso dos pronomes demonstrativos esse x este e o uso e a colocação dos pronomes oblíquos), tentando buscar uma resposta para a pergunta que intitula este trabalho: “que gramática do português brasileiro usar no ensino de português como língua adicional?”.
Abstract Considering the great economic growth of Brazil and the prominence the country obtained in the international economic environment, becoming nowadays an emerging economy, full of potential and opportunities, and the consequent expansion of Portuguese as an additional language in the world, it is necessary to think more carefully about the Portuguese teaching that is offered in Brazil to foreigners. Thus, many questions which do not have an answer yet constantly arise to the Brazilian teachers of Portuguese as an additional language, such as the language variation issue (very present in Brazil), a central point in many discussions about language teaching. Then, after disserting briefly about Brazilian Portuguese, Portuguese varieties in Brazil, and Portuguese as additional language teaching in Brazil, I will analyze two Portuguese as additional language textbooks (Novo Avenida Brasil, 2010, and Muito Prazer, 2008) and two Brazilian Portuguese grammars (PERINI, 2010, and BAGNO, 2012), in three polemic teaching points (nominal agreement, use of demonstratives pronouns “esse” x “este” and use and placement of object pronouns), trying to find an answer to the question which is the title of this work: “Which Brazilian grammar should we use in Portuguese as an additional language teaching?”.
Tipo Trabalho de conclusão de graduação
URI http://hdl.handle.net/10183/70706
Arquivos Descrição Formato
000877135.pdf (2.140Mb) Texto completo Adobe PDF Visualizar/abrir

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